
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Começou!
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domingo, 21 de março de 2010
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Agora ou nunca

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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Botão do apocalipse
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quinta-feira, 5 de março de 2009
Fuçando no lixão
Tentando salvar umas verdinhas, essa é a época do ano em que os times mandam um punhado de jogadores para o olho da rua. Equipes em busca das últimas peças para compor seus elencos para os playoffs costumam, então, dar uma olhada no que foi jogado fora, no que não deu para aproveitar, e ver se há algum resto ali que dê para usar de alguma forma. Em geral é um trabalho degradante de revirar o lixo, melecar as mãos, deparar-se com um ou outro Kwame Brown no meio da sujeira e ficar enojado, mas volta e meia tem alguma coisa que vale a pena. Vamos, então, dar uma olhada no lixão e ver o que alguns times optaram recentemente por levar para casa!
Sem Amar'e Stoudemire, que cedo ou tarde ainda vai ter que usar um olho de vidro, o Suns definitivamente sente falta de uma presença física no garrafão e é obrigado a colocar, ao lado de Shaq, jogadores mais mirrados como Grant Hill ou Matt Barnes. No meio de um monte de papel higiênico usado, então, o Suns encontrou um pouco de estrume descartado pelo Nets: trata-se de Stromile Swift.
Não dá pra acreditar que mais alguém tenha coragem de oferecer um contrato para ele, é assustador. Assim como tem gente que passa a vida inteira ainda acreditando no Kwame Brown, no Isiah Thomas e no Gustavo Nery, parece que nunca se esgota a esperança de que o Swift torne-se finalmente um bom jogador. É sempre aquele velho caso do apreço pelo potencial, e basta dar uma olhada no Stromile para perceber que todas as ferramentes físicas estão lá, de verdade. Toda temporada parecia que ele finalmente deslancharia, e as enterradas violentas e pontes-aéreas sensacionais pareciam apenas uma prévia de algo que se tornaria a norma, não a exceção. Foram anos e anos fedendo no Grizzlies, sempre com enterradas incríveis e partidas medíocres, mas uma hora ele iria jogar pra valer, afinal é muito novo, muito inexperiente. Até que o Grizzlies aparentemente se encheu e o contrato acabou.
Meu Houston Rockets, então, precisava desesperadamente de uma presença física para jogar ao lado de Yao Ming, e adivinha quem estava dando sopa? Confesso que entrei na empolgação, eu era jovem, ingênuo e ainda achava que a Sandy era virgem, então vibrei com a contratação do Stromile Swift na certeza de que ele tinha muito potencial e seria a peça que complementaria perfeitamente o jogo mais técnico e comedido do pivô chinês.
Bem, com o Swift na equipe o Houston começou a aparecer em vários Top 10 de jogadas semanais, com enterradas monstruosas seguidas sempre daquele sinal de "sou da paz" que ficou característico. Quem acompanha pelo YouTube, então, acha que está tudo ótimo, mas quem acompanha de perto nunca viu um jogador tão inútil em quadra. Ele é a versão jogador de basquete da Angela Bismarck cantando, e sempre com esse papo de que "está se aperfeiçoando", de que "está aprendendo". Coisa nenhuma, em matéria de técnica ele é o mesmo jogador desde seu primeiro minuto na NBA.
Meu Rockets se livrou rapidinho dele, junto do novato Rudy Gay, em troca do defensor e pau-pra-toda-obra Shane Battier, e embora eu não queira falar sobre essa troca (imagina só ter o Rudy Gay nesse time ao invés do T-Mac zumbi!) fiquei bem feliz na época por ter me livrado do Swift. Na verdade, ainda fico feliz hoje, talvez até tenha valido a pena. O engraçado é que a troca mandou o coitado justamente de volta para o Grizzlies, o que é engraçado porque supostamente eles deveriam saber a merda que estavam recebendo. Quando a palavra "potencial" está em jogo, parece que os times têm memória curta, mas é claro que não deu certo.
Talvez no Nets, então, com Jason Kidd, ele pudesse se tornar o novo Kenyon Martin, aquele cara que fede mas tem os dotes físicos para pegar ponte-aérea atrás de ponte-aérea e até parecer bom. Até o Mikki Moore fez a carreira dele assim, eu também poderia, mas o Stro não conseguiu. Afundou no banco e deixou até de ser estrela de YouTube (embora seu currículo por lá seja extenso, vale muito a pena conferir). Já faz mais de 8 anos que ele é "jovem e cheio de potencial", acho que chega uma hora em que você olha para a cara do sujeito e percebe que ele tem rugas e uns cabelos brancos, fica meio ridículo. Ainda assim, o Suns deve achar que ainda vale uma tentativa.
Ironicamente, se eu tivesse que imaginar ele dando certo num lugar, seria no Suns. O que não quer dizer nada, claro, porque se eu tivesse que imaginando ele dando certo com algum jogador seria com o Kidd, e nós sabemos que não funcionou. Até poderia dizer que o "Stro Show" (apelido cheio de força nominal, aliás) vai ajudar de leve o Suns, enterrar aqui e ali e tapar uns buracos. Mas eu é que não cometo o mesmo erro duas vezes, vai ser um fracasso retumbante assim como o Kwame Brown foi (ou está sendo?) em sua nova chance com o Pistons. Quem fede, fede.
Outro jogador em quem eu botei fé no Rockets foi o Luther Head. Apesar da inconsistência, dá para ver nele o potencial para se tornar um pontuador respeitado e um bom atirador da linha de três pontos. Por alguns minutos, eu até conseguia imaginar meu Houston reconstruindo o elenco em cima dele e do Yao, o que hoje mataria qualquer um de dar risada. Baixo demais, péssimo defensor, incapaz de armar o jogo, não existe posição em que Luther Head se encaixe. Pior ainda é sua mecânica pouco ortodoxa de arremesso, em que ele se taca para frente na hora de arremessar mesmo quando está livre (uma versão inversa do Ben Wallace, que sempre se taca para trás mesmo quando não faz sentido) e parece lhe exigir muito fisicamente. Depois de um punhado de arremessos ele está exausto e pequenas variações na mecânica já causam erros grosseiros. Definitivamente, nem um pouco confiável para alguém que só faria carreira se marcasse uns 20 pontos por jogo. Considere ele uma versão do Ben Gordon mas com as pilhas terminando antes do quarto período. Bem inútil, não é mesmo? Por isso, o Rockets mandou o sujeito embora, economizou uma grana, e agora o Miami Heat acaba de assiná-lo. Os arremessos de três pontos são uma clara deficiência da equipe, que acaba dependendo demais do Daequan Cook, e o Luther Head pode ajudar um pouco. Com o Wade armando o jogo, o Head pode jogar na posição 1 e não comprometer a equipe na armação, o que parece uma boa idéia. No meio do lixo, até que o Heat saiu no lucro. O único problema é que o empresário do Luther Head recusou outras propostas porque procurava garantias de que seu cliente iria ter minutos consideráveis em quadra, o que sempre é uma dor de cabeça: se ele sentar nos playoffs (diabos, o Heat vai pros playoffs!), será que vai arrumar encrenca com a comissão técnica?
Melhor ainda se saiu o Cavs, que recuperou o Joe Smith, mandado embora pelo time-outrora-conhecido-como-Sonics. Há pouco tempo atrás, ainda no Bulls, por diversas vezes ele era o melhor jogador em quadra com seu arremesso de meia distância consistente e bastante técnica no garrafão. Quando foi trocado para Cleveland, trouxe poder ofensivo para o banco de reservas e ganhou seu espaço. Ele é praticamente a antítese do Ben Wallace ou do Anderson Varejão, por ser meio mole mas versátil na parte ofensiva. Sem Ben Wallace e desesperado por alguém de mais de 20 centímetros no garrafão capaz de levantar os braços, o Joe Smith caiu dos céus. Além do mais, já tendo passado um bom tempo com o time, não terá que aprender os esquemas táticos (até porque eles não existem mesmo) e já tem certa química com o resto do elenco, tanto dentro quanto fora das quadras. Parece uma adição pequena, mas o Cavs precisava da possibilidade de ter um reserva capaz de assumir a carga ofensiva do Ilgauskas quando ele vai pro banco, já que Varejão e o novato JJ Hickson acham que "arremesso" é coisa de baseball. O banco passa a ser mais versátil, completo, e o Ben Wallace nem faz tanta falta assim, pra ser bem sincero. Não há nada que ele acrescente à equipe que não esteja lá em outras formas, e por isso acho que o Joe Smith será muito mais importante - e eficiente.
Outro jogador que o Cavs tentou contratar foi o Drew Gooden. Ele também já passou um bom tempo no Cavs e se encaixaria muito bem naquilo de que o time precisa: rebotes e arremessos de meia distância. Não conte com o Gooden para trabalhar ofensivamente dentro do garrafão, mas para efetuar o papel do Ilgauskas, ou seja, corta-luz na cabeça do garrafão, uma ameaça constante nos arremessos se deixado livre e rebotes ofensivos, o ala seria perfeito. Aliás, ele é inclusive bom demais para estar aí no meio de tanto lixo, sem emprego, bebendo nos bares e dizendo pra mulher que estava procurando trabalho. Acontece que o Kings, como deu a entender nas últimas trocas, parece cada vez mais interessado em deixar a pirralhada, especialmente o surpreendente Jason Thompson e o pivô-que-chuta-de-três Spencer Hawes, suar as pitangas. Seria bastante razoável deixar o Gooden no time até o final da temporada e tentar assiná-lo por menos grana então, quando o contrato acabar, mas acho que o Kings pensou duas coisas: primeiro, que o Gooden iria querer dar o fora dali bem rapidinho; segundo, que o Gooden tem mais de 12 anos. É uma abordagem audaciosa mas respeitável: "já que a gente está fedendo, então vamos feder de verdade e ter só meninada por aqui". Admiro o núcleo jovem do Kings, a limpeza que eles estão fazendo nas finanças é incrível, e agora um time que parecia fadado a ser mediano pela próxima década tem espaço para nascer de novo. É triste ver o Kings, que foi um dos times mais legais dos últimos tempos, lascado e nas últimas colocações? É claro que é, mas dá para ver alguma esperança. Assim, lá se foi o Gooden para a sarjeta.
Acontece que o Drew Gooden, por ser bom demais para o resto do estrume, está sendo abordado por muitas e muitas equipes. Além do Cavs, estão na briga o Mavs (que precisa de toda ajuda que puder arrumar para se fincar à oitava vaga para os playoffs) e o Spurs, que parece ser o favorito. Vários lugares, inclusive, dão como certa a ida de Gooden para San Antonio, e faz bastante sentido. O Spurs sempre faz estragos com uma dupla de garrafão composta por Duncan e mais algum bípede, basta haver algum pouco talento. Nessa temporada, com a contusão do Frabricio Oberto, o outro bípede ao lado de Duncan é o Matt Bonner, obviamente a maior mudança no Spurs desde que o Tim Duncan esboçou um sorriso uns 4 anos atrás. Em geral, o complemento no garrafão deles é sempre alguém para pegar rebotes, marcar duro e abusar no corta-luz, coisas em que Matt Bonner deixa muito a desejar. Ao invés disso, cria um perigo na linha de três pontos, alarga a defesa retirando marcadores do garrafão e converte seus arremessos quando livre. Parece ótimo, tem funcionado bem, mas é obviamente um desvio perigoso da tática que o Spurs emprega de modo tão eficaz na última década. Seria legal ter o Matt Bonner no banco para utilizar essa formação nos jogos em que for necessária, mas é preciso alguém capaz de dar umas cotoveladas e pegar uns rebotes embaixo da cesta. O Drew Gooden parece se encaixar muito bem dentro dessa necessidade e, quando fecho meus olhos, consigo vê-lo nitidamente acostumado com a parte tática da equipe e recebendo um anel de campeão no uniforme do Spurs. Também consigo ver a Mara Maravilha pelada puxando meu pé de noite, e não consigo saber o que me assusta mais; provavelmente o Gooden campeão. Malditos anos ímpares em que o Spurs sempre ganha tudo!
Faz sentido para ambas as partes e é bem possível que o Gooden, se ganhar um anel e tiver minutos consideráveis, continue sua carreira no Spurs pelas próximas temporadas. Pior do que ver o San Antonio ainda mais forte, no entanto, seria a situação ainda mais complicada para o nosso Tiago Splitter conseguir um espaço na NBA. É culpa do Kings, custava segurar o Gooden um pouco mais? Por que todo mundo demite jogadores-lixo mas deixa os melhores, de graça, para o Spurs e para o Celtics? É nessa hora em que aparecem os times grandes de verdade, em que todos os jogadores querem estar, e os times mequetrefes, dos quais todos os jogadores querem fugir. O Clippers, por exemplo, deve acorrentar seus jogadores nas camas para que não escapem durante a noite, enquanto o Spurs sempre consegue melhorar o elenco enquanto boceja, sem que nenhuma gota de suor tenha que cair para isso. Mundo injusto.
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
O Quatrilho
O último dia em que as trocas são permitidas na NBA é sempre, no sentido Alexandre Frota da expressão, o maior troca-troca. Todos os times colocam em prática seu jeitinho brasileiro e deixam tudo para a última hora, às vezes até para o último segundo. Parece que todo mundo mantém aquela esperança de que vai arrumar uma barbada, tipo Kwame Brown por Pau Gasol, até o horário limite. Quando nada parecido surge vindo do nada, os dirigentes acabam topando as trocas mais realistas e cheias de jogadores mequetefes no horário limite, para não sair com as mãos abanando.
O Denis listou todas as trocas anunciadas ao fim do horário permitido, analisando cada uma. Restaram apenas as trocas de mais peso, envolvendo quatro times, uma mais ou menos influenciando na outra. Podemos comparar com um relacionamento complicado de dois casais em que rola umas puladinhas de cerca entre eles que acabam influenciando a relação de todos. Então vamos dar uma olhada nesse quatrilho com cara de bacanal analisando, com calma, um time de cada vez.
O Kings está de olho na crise mundial que tinha acabado de forçar o Hornets a tentar trocar o Tyson Chandler mas, como vimos no post anterior, o Thunder voltou atrás. Ou seja, a equipe de Sacramento está interessada em economizar umas verdinhas e, ao mesmo tempo, manter o núcleo jovem da equipe. O primeiro passo foi mandar uma escolha de 2º round do draft para o Celtics em troca de Sam Cassell e um monte de grana. Foi dinheiro suficiente para enfiar o salário do Cassell nas orelhas dele e mandá-lo de volta para o seu planeta, e ainda sobrou por volta de meio milhão de doletas. O Kings também ficou sabendo que o salário do terrorista aposentado Shareef Abdur-Rahim vai ser quase integralmente pago pelo seguro, já que ele pendurou as chuteiras na temporada passada. Para completar, o Kings mandou Brad Miller e John Salmons para o Bulls em troca de Drew Gooden e do Nocioni. Financeiramente, o contrato do Nocioni é mais longo do que os outros, mas ele é um daqueles casos estranhos em que o contrato vai ficando mais barato com o passar dos anos. O Gooden encerra o contrato na próxima temporada e pode topar renovar o contrato por menos grana, se não quiser vai pra rua e ninguém no Kings vai dar muita importância. Economizando uma grana louca, a equipe de Sacramento ainda aproveita para colocar a molecada pra jogar: o pivô Spencer Hawes era bom demais para ficar no banco mas seu estilo de jogo era parecido demais com o do Brad Miller para os dois ficarem ao mesmo tempo em quadra. É legal ter um pivô branco que joga na habilidade, não enterra e sabe arremessar de três pontos, mas se você já tem um, pra que vai querer outro? É figurinha repetida, precisa trocar com algum coleguinha no intervalo. Já o John Salmons nunca foi apreciado no Kings, ele tem bons números, segurou as pontas na equipe nessa temporada quando o Kevin Martin se contundiu, mas todo mundo que acompanha o time sabe que o Salmons monopoliza o jogo e não sabe jogar em equipe. Sua saída dá mais minutos para o Francisco Garcia, que vem jogando cada vez melhor depois de uma boa Liga de Verão. O Kings só precisava que alguém caísse no conto do vigário do Salmons, e esse time foi o...
Bulls, que pelo menos leva junto um pivô de verdade, experiente e eficaz. Mas é um pivô que gosta de jogar no perímetro! Qual é o problema do Bulls que eles são incapazes de arrumar alguém que saiba fazer pontos no garrafão? Primeiro trocam pelo Ben Wallace (que só pontua se for cesta contra), depois draftam o Joaquim Noah (que tem todo o poder ofensivo de sua versão cover, o Anderson Varejão), e agora trocam pelo Brad Miller, que odeia contato físico e prefere ficar nos arremessos a uma distância segura da cesta. Minha nossa, tem time que nunca aprende. Mas a troca foi excelente para a parte financeira: o contrato do Miller vira farofa justamente na temporada 2010, em que o Bulls estará em sérias condições de assinar um par de estrelas. E se o Ben Gordon, na temporada que vem, pedir outra vez um contrato zilionário, o Bulls pode simplesmente mandar ele passear e dar a vaga para o Salmons sem muito peso na consciência, economizando trilhões. Mas para garantir a saúde financeira, o Bulls ainda tinha em mente se livrar de dois armadores que não teriam minutos com a volta do Kirk Hinrich. Um deles, o Thabo Sefolosha, foi para o Thunder em troca de uma escolha de primeiro round no draft que vem. O outro, Larry Hughes, ganha 12 milhões nessa temporada e 13 milhões na próxima. Quem aceitaria esse contrato bizarro? É aí que entra o...
Knicks, que aceitou o Larry Hughes e mandou em troca o gordo do Jerome James, o preguiçoso do Tim Thomas e o quebra-galho do Anthony Roberson. Achei engraçado porque o técnico Mike D'Antoni parecia gostar muito do Tim Thomas, afinal ele arremessava de três, corria bastante e nunca se esforçou pra defender, aliás ele nunca se esforçou muito em coisa nenhuma porque jogar basquete dá o maior trabalho, sabe como é. O Jerome James não joga desde os seus tempos de Sonics, e provavelmente só conseguirá chegar em Chicago carregado por um caminhão dos bombeiros, e se abrirem um buraco na parede para ele entrar no ginásio. Financeiramente a troca é idêntica para os dois lados, tanto em salários quanto em duração, então na prática é apenas uma preferência por posições: o Knicks precisava de um armador que jogasse na posição 2 e soubesse infiltrar, o Bulls precisava de alguém para tomar os minutos do Nocioni como reserva do Luol Deng. Pensando apenas em 2010 e na chance de conseguir LeBron James, o Knicks só pode fazer trocas que não comprometam em nada a folha salarial, então preferiram trocar peças parecidas apenas para dar uns ajustes no elenco. Outra troca nesse mesmo estilo foi mandar o Malik Rose, que sequer joga, em troca do Chris Wilcox, do...
Time-outrora-conhecido-como-Sonics. Como a troca do Chandler pelo Wilcox não deu certo, acho que receber o ala de volta ia ser muito constrangedor. A última coisa que um time tão jovem e com tanto potencial precisa é de um veterano reclamando porque quase foi trocado, fazendo cara de bunda no vestiário e jogando sem vontade. Ele é físico, corre bastante e vai se dar bem no Knicks até seu contrato acabar, é bem melhor do que o mané do Malik Rose que vem em seu lugar. O contrato dos dois termina na próxima temporada e, embora o Rose tenha até certo talento em seu meio metro de altura, acho que será apenas um "empréstimo" até o fim da temporada regular. Na pior das hipoteses ele pode ficar contando histórias de seus tempos de Spurs e ensinar para a pirralhada como é a sensação de, como é o nome daquele troço esquisito mesmo, ah sim, "vencer". O Thunder, que tem cinco escolhas de primeira rodada no draft dos próximos dois anos, se deu ao luxo de abrir mão de uma delas pelo Thabo Sefolosha, que aí sim deve ficar com o time por mais do que uma temporada. O suíço defende e infiltra bem, é excelente em rebotes para sua posição, e se saiu bem em um punhado de chances no Bulls. Lá, não teve espaço no meio da coleção de armadores, mas no Thunder pode se sair bem como reserva, é jovem, cheio de potencial, e uma boa escolha para um time cheirando a talco.
São quatros times, um trocou com um que trocou com o outro que trocou com o primeiro, mas resumindo, todos estão querendo garantir a saúde de suas finanças num momento de crise econômica, ter espaço na folha salarial para 2010 e pensar no futuro. Nenhum time ficou drasticamente melhor ou arrumou suas falhas: o Bulls não fará pontos no garrafão, o Kings não terá ninguém físico, o Knicks não terá um defensor e o Thunder não terá uma forma de escapar de sua maldição que o faz perder todos os jogos no último segundo (recentemente, foi mais uma derrota para o Nuggets, com outra bola decisiva do Carmelo). Mas todas essas trocas apontaram uma nova tendência de economia e planejamento para o futuro. Talvez, em breve, possamos ver alguns resultados, mas por enquanto foi tudo meio morno. Mais importante do que essas trocas foram as não-trocas: Amar'e continua no Suns, Vince Carter continua no Nets e T-Mac continua no Houston. Achei bom para os três times, e acho que eles terão sucesso imediato. Mas disso a gente fala em breve.
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Danilo
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
A falta de opção do Bulls

Faz um tempo, algum leitor nosso que eu esqueci o nome (João Pedro, ele me lembrou nos comentários!) me pediu para fazer um post sobre seu amado Chicago Bulls com sugestões de escalações, assim como eu fiz com o Lakers e o Danilo fez com o Portland Trail Blazers.
Na época eu não topei porque a temporada não tinha nem uma semana de vida e eu queria ver o Derrick Rose em ação e saber como seria o Bulls do Vinny Del Negro. Assisti alguns jogos e ainda acho difícil fazer esse post, o time ainda não tem uma identidade e tem problemas graves que não há escalação que resolva. Mas pra mostrar que somos legais com nossos leitores e até pelo desafio de fazer esse post sobre o Bulls, aqui está ele. Ou melhor, aqui está o irmão adotado dele. Ficou diferente do proposto.
Atualização:
Tava relendo o post e vi que eu falei, falei, mas não dei nenhuma sugestão de escalação. Então vão aí duas:
1. Rose, Gordon, Nocioni, Gooden, Noah
O Rose é imbatível, está aí por ser o melhor jogador do time. Acho que seu estilo de jogo deve ser o mais agressivo possível, sempre usando sua velocidade ou força. Se ele deve arremessar pouco ou bastante, depende da marcação que recebe, mas deve sempre ser uma ameaça no garrafão adversário para criar os arremessos de fora.
E é pelos arremessos de fora que eu escolho Gordon e Nocioni, os dois melhores arremessadores do time atualmente. E sou fã do Nocioni na defesa, ele não é tão bom quanto a dupla Chicão e William mas a sua falta de orgulho, sempre se jogando em jogadas difíceis sem medo de tomar enterrada na cabeça, é algo que eu acho sensacional. Muita estrelinha por aí nem pula nas bolas com medo de aparecer no YouTube passando vergonha.
Para o garrafão eu peguei a melhor opção ofensiva, Gooden, e a melhor defensiva, Noah. Nenhum dos dois é um primor em cada uma das áreas mas acho que é a combinação que mais se completa.
2. Rose, Hughes, Deng, Gooden, Noah
Apesar de tudo o que se passou em Cleveland, o Larry Hughes tem algum talento debaixo daquele monte de dólares e jóias. Com o Ben Gordon na sua reserva ele não precisa se preocupar em se poupar e pode ser um defensor agressivo, dando a defesa de perímetro que faria o Bulls um time ainda melhor na defesa.
Colocar o Deng no lugar do Nocioni deixaria o time com uma opção a mais de jogador que sabe criar seu próprio arremesso, suprindo a ausência do Gordon.
Mas de qualquer forma, prefiro a primeira opção, com o Larry Hughes vindo do banco junto com o Hinrich e o Deng, que, por mim, seria trocado.
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Denis
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quinta-feira, 19 de junho de 2008
O dilema da primeira escolha
Já faz um tempo desde que tivemos uma real polêmica sobre quem seria a primeira escolha de um draft da NBA. Em 2007, não havia muitas dúvidas de que o Blazers escolheria Greg Oden. Em 2006, Andrea Bargnani era garantido na primeira escolha do Raptors. Em 2005, Bogut era unanimidade para ir para o Bucks. Só em 2004 consigo me lembrar de discussões acaloradas debatendo se o Orlando Magic escolheria Dwight Howard ou Emeka Okafor. O que, aliás, hoje parece uma grande piada.
No draft de 2008, que ocorrerá no dia 26 de junho, finalmente temos uma dúvida verdadeira sobre quem será chamado com a primeira escolha, pertencente ao Chicago Bulls. Se Michael Beasley era unanimidade há poucos meses atrás, agora Derrick Rose está listado no topo da lista na grande maioria dos sites especializados. Então vamos dar uma olhada nas duas figuras e no que a noite do dia 26 nos reserva.
Bem, antes de mais nada, o Bulls fede. Por um tempo até pareceu que não, deram uma enganada, foram para os playoffs, mas aí tudo ficou bem claro: eles fedem pra valer. Jamais vi um time tão incapaz de jogar dentro do garrafão, com 500 jogadores diferentes entrando em quadra para arremessar de 3 pontos. É como se todo mundo no Bulls tivesse fobia de garrafão, e por uns tempos até pareceu questão psiquiátrica mesmo. O time chegou ao ridículo de ter como suas principais armas debaixo da cesta Luol Deng e Andres Nocioni, dois jogadores cujo ponto forte é justamente o jogo de perímetro mas ao menos não se recusam a chegar perto do aro às vezes, pra variar. É como se o Rogério Ceni fosse o único jogador do São Paulo que fosse pro ataque, saca?
Com tamanha deficiência no ataque à cesta, as defesas adversárias passaram a focar na proteção do perímetro e viram o Bulls se desintegrar por completo, passando até vergonha. De repente, todas as falhas do elenco estavam mais expostas do que a bunda da Carla Perez e até time Dente de Leite sabia o que fazer para derrotar a equipe de Chicago. Com tudo indo ladeira abaixo, o que restou para o Bulls foi o famoso ditado "pisou na merda, abre os dedos". Desistiram de vez da temporada, trocaram de técnico e se livraram do Ben Wallace em troca de um jogador que - pasmem! - pelo menos aceitava chegar perto do aro: Drew Gooden. Vamos contar até dez para que os leitores que perceberam o quanto é engraçado chamar o Gooden para resolver o problema de pontos no garrafão parem de gargalhar. Pronto, pronto, passou.
Sendo bem sincero, o Gooden teve ótimas atuações no Bulls, o elenco subiu de produção com sua presença em quadra, mas dá pra levar a sério como esperança do time um sujeito que usa esse cabelo e essa barba?
Isso nos leva imediatamente ao Michael Beasley. Possível primeira escolha no draft, o ala é um pontuador e reboteiro nato, um monstro ofensivo, uma arma letal tanto de frente quanto de costas para a cesta. No perímetro, Beasley pode arremessar de trás da linha dos 3 pontos como todo e qualquer membro do Bulls (deve ser pré-requisito pra jogar por lá). Dentro do garrafão, seu jogo é refinadíssimo e seu ganchinho de esquerda é estiloso e letal. Além disso, tem ímãs nas mãos quando o assunto é rebotes ofensivos, sabendo se posicionar magistralmente bem em quadra. Um Carmelo Anthony no ataque, mais atlético e hábil nos rebotes. Bem, pelo menos pra mim, a comparação com o Carmelo é um elogio, embora para alguns hoje em dia seja pior do que xingar a mãe.
O que pra mim parece ser um casamento perfeito com o Bulls, resolvendo o problema de garrafão instantâneamente, começou a ser questionado por alguns motivos. Para começar, tem a coisa da altura. Alguém lembra do draft do ano passado em que ninguém conseguia dizer com certeza quantos anos tinha o calouro Yi Jianlian? Existiam milhões de teorias da conspiração dizendo que o governo chinês tinha sumido com a certidão dele, que ele na verdade tinha 30 anos, ou que então era um andróide ou coisas assim. A altura do Beasley é a mesma coisa e cada um diz um número diferente. Ele achava ter 2,08 mas muitos diziam que ele tinha 2,06. Na medição oficial, parece que o sujeito tem míseros 2,03. Bah, isso é ridículo, ele deve ser o anãozinho de sua turma de amigos! Um jogador que quer ser ala de força na NBA e que supostamente poderia jogar improvisado de pivô tem pouco mais de 2 metros? É o fim dos tempos, como diria seu avô (o seu, o meu e o de todo mundo).
Além disso, questiona-se muito a dedicação de Beasley aos treinos, sua paixão pelo esporte, sua atitude fora das quadras e sua vontade de jogar na defesa. Eu pessoalmente acho tudo isso uma besteira. Ele às vezes parece realmente desinteressado mas é porque ele domina o jogo no nível universitário de modo tão brutal que parece ficar até meio entediado. Acredito que bastarão alguns jogos intensos e umas cravadas na cabeça dele para que o rapaz comece a pegar gosto pela coisa e se dedicar mais aos treinos. Na parte defensiva, dizem que o Beasley nem sequer fazia de conta que estava defendendo no colegial, e que agora já marca bem ao menos no mano-a-mano. Não é um Ron Artest da vida mas mostrou progresso, o que é bom sinal. Se souber levantar os braços na defesa, já vai ser melhor do que o Carmelo, vai.
Mas essas dúvidas foram, aos poucos, deixando Beasley de escanteio em nome de outro jogador: Derrick Rose. O armador é um daqueles casos raríssimos que tem tesão de verdade por passar a bola. No mundo dos Mo Williams, JR Smiths e Jannero Pargos, alguém que prefere passar a bola ao invés de arremessar parece surreal, história de pescador. Rose é um passador genial, atlético pra burro, capaz de saltar sobre 12 carros e enterrar na cabeça de qualquer um, reboteiro, excelente na defesa e tão rápido quanto o Euller, o filho do vento. Não é um grande arremessador mas é simplesmente inacreditável quando bate para a cesta, acertando bolas incríveis mesmo depois de sofrer contato, tipo o Dwyane Wade. Um armador principal, reboteiro, bom defensor, que ama passar a bola, não sabe arremessar e enterra? É como um Jason Kidd que sai do chão, muita apelação!
Eu consigo entender porque o Bulls parece estar tão apaixonado pelo Rose. Como se não bastasse, o jovem armador é tranquilo, bitolado em treinamentos, se dá bem com técnicos e colegas de equipe, bom moço, lava as mãos antes das refeições e até passa fio dental. Se o Beasley virar um gordo nanico que não gosta de treinar nem defender, enquanto Derrick Rose vira o novo Jason Kidd tornando todos seus companheiros de equipe melhores, o Bulls vai ficar com aquela cara de "putz, escolhi o Kwame Brown" e ficar com a mão amarela, como quem solta pum. Não tenho dúvidas de que Rose é tentador e será uma estrela sem a menor sombra de dúvidas.
Mas mesmo assim, eu juro que vou vomitar se o Bulls escolher mais um armador. O Gooden e sua barba de Fidel Castro vão continuar sendo a única força da equipe no garrafão, inutilizando Ben Gordon, Deng e Nocioni no perímetro? Até acredito que Rose possa se tornar uma estrela maior e mais completa do que Beasley, mas às vezes é preciso deixar isso de lado e escolher quem fornece à sua equipe aquilo que ela mais precisa.
Quer uma prova disso? O Miami Heat. Não é nenhum segredo que o Heat quer Derrick Rose para fazer uma dupla monstruosa com Dwyane Wade. Dá pra imaginar quantos lances livres por jogo os dois cobrariam batendo para dentro do garrafão um depois do outro? Os jogos do Miami iriam durar 8 horas cada um, vai ser um porre. Além do que, somando a dupla a Shawn Marion, temos imediatamente um dos contra-ataques mais mortais da NBA. É de salivar, né? Mas e se o Bulls escolher mesmo Derrick Rose? Se for o caso, tudo indica que o Heat não deve pegar o Beasley. Eles estão perdidamente apaixonados por OJ Mayo, o armador que não é lá muito fã de passar a bola mas que é um arremessador fantástico e um dos maiores talentos ofensivos que um draft já viu. Ele e Wade seriam uma combinação perfeita, tipo arroz e feijão, queijo e goiabada, abobrinha e molho de tomate. (como assim, você não gosta?) Tudo porque o Miami prefere pegar um jogador que se encaixe no elenco ao invés do maior talento disponível. Mas se o Heat pegar o Mayo com a segunda escolha, então onde o Beasley vai parar?
Parece loucura que um jogador tão especial (e não no sentido Telethon da palavra) como Beasley, cotado por tanto tempo para ser a primeira escolha do draft, acabe indo parar lá na terceira escolha, mas é um cenário perfeitamente possível. Eu ainda acho que o Bulls deveria escolhê-lo, mas se eles não resistirem ao Rose e o Heat pegar o jogador que se encaixa melhor na equipe ao invés do melhor talento, Michael Beasley vai acabar parando tá em Minessota. Há rumores de que o Heat pode draftar o Beasley e trocar imediatamente Udonis Haslem, o tipo de coisa que nunca acontece e, quando rola de verdade, nunca é anunciado como boato antes. De todo modo, de uma coisa podemos ter certeza: o pessoal lá no Wolves deve estar torcendo muito para que o OJ Mayo vá mesmo jogar em Miami. Dá pra imaginar como seria um time com Beasley e Al Jefferson? Já dá água na boca para a temporada que vem e insônia até o draft começar.
Até lá, vamos brincar de tentar adivinhar a ordem das escolhas, mas dessa vez estamos frente a uma verdadeira incógnita, com vários cenários possíveis. O resto do draft é o de menos, no fundo. Por enquanto, vou quebrando a cabeça: quais devem ser as três primeiras escolhas?
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domingo, 2 de março de 2008
Separados no Nascimento - Especial dos Leitores!
Infelizmente não é um post dizendo com quem vocês, nossos leitores, se parecem na NBA. Nós ainda não conhecemos os rostos de nosso amáveis, fiéis e adorados leitores, mas se você parecer com alguém da NBA, mande sua foto pra gente que você aparece aqui.
Na verdade, esse post é uma compilação de todas as sugestões de separados no nascimento que vocês mandaram pra gente nos últimos meses. Mas como muitas vezes as sugestões vieram em pequenos comentários soltos por aí, talvez eu tenha deixado passar vários, mas tudo bem, aí é só você comentar de novo nesse post, dizendo os dois caras parecidos e me xingando por ter ignorado você.
E depois que vocês comentarem bastante e eu atualizar esse post inúmeras vezes, vamos fazer uma enquete perguntando quem teve a melhor sacada, quem é a dupla mais parecida. Dessa vez não terá prêmio nenhum, afinal não somos milionários, mas vale o espírito esportivo, o jogar pelo prazer de jogar, pelo gosto de vencer honestamente (bonito, não? O Bowen pensa assim).
Para não repetir as coisas que a gente já disse, dêem uma olhada nos Separados do Nascimento já postados aqui no Bola Presa:
Jason Kapono e Novak Djokovic
Phil Jackson e O cara do KFC
Lamar Odom e Patrick Vieira
Oleksyi Pecherov e Stewie, do Família da Pesada
Ah, e outra coisa: qualquer comparação ridícula e que não tenha nada a ver, a culpa não é nossa! É dos leitores que mandaram. Pronto, agora que livrei minha cara, podemos continuar.
Começamos pelo Cassyus, leitor que nos pediu para colocar o Sandro Goiano, do Grêmio e do Drew Gooden, do Bulls.


Eu não sei se eles são tão parecidos assim, mas com certeza não são iguais no estilo de jogo. Ninguém na NBA parece o Sandro Goiano, ninguém dá carrinho com as duas pernas como ele na liga.
Já o Leonardo Studart nos mandou um e-mail com essas duas fotos abaixo, comparando o nosso famoso Zach Randolph com uma Tartaruga Ninja.

Sempre chamei o Richard Jefferson de Tartaruga Ninja, mas aceitei essa! A foto foi muito bem escolhida.Agora é a vez do V.Giannini, que sugeriu duas coisas:
Primeiro é o praticamente aposentado Othella Harrington e o ator Cuba Gooding Jr.

Vocês não sabem como é chato e difícil achar fotos boas do Othella Harrington!O segundo é o técnico Mike D'Antoni e o ator John Cleese


O leitor LPS, que em um post no começo do ano comentou dizendo que apostava a camiseta do Miami dele que o Lakers não ia pros playoffs, disse, tempos depois, que o chato cantor Sean Kingston era a cara do Zach Randolph.


Uma que até já postamos algum tempo atrás foi a sugestão do Rodrigo Lakers, que mandou o Fernandão, do Inter-RS e o Luis Scola, do Rockets.


No úlltimo "Both Teams Played Hard" foi a vez do Eric sugerir a semelhança entre o armador Jason Kidd e o Lincoln Burrows do Prison Break, o ator Dominic Purcell.


E ficando ainda no mundo das séries americanas que fazem sucesso enrolando a gente por anos e anos com mistérios e problemas que se recusam a serem resolvidos, vamos à última dupla.
Sugerido pelo leitor e vencedor da promoção do All-Star Game, o senhor Di-w, estão o espanhol Jose Calderon e o Sylar do Heroes, o ator Zachary Quinto.


Por enquanto é isso, pessoal. É só vocês mandarem mais sugestões que eu vou atualizando esse post aqui. Quando tivermos umas dez sugestões, aí a gente pára e coloca pra votação.
E se vocês puderem mandar o link com as fotos, agradeço. Adoro o Google mas passar horas no Google Imagens não é lá meu programa de domingo favorito. Ainda mais de mau humor depois que o Corinthians perdeu levando um gol daquele Valdívia $#@$#%#!!! Ufa, desabafei.
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Atualizando!
Recebemos inúmeras sugestões por email e pelos comentários e vamos atualizar aos poucos com as sugestões de todo mundo, mesmo com as do lps que apelou e buscou em outros sites ao invés de usar sua intuição!! Tá perdoado lps, como leitor fiel que sempre comenta, está perdoado!
Vamos começar com uma do Rodrigo Lakers, que mandou uma ótima, o Boris Yeltsin, ex-presidente manguaceiro da Rússia e o técnico que não bebe mas às vezes até parece, Don Nelson.


Outro que eu sempre quis colocar mas nunca achei as fotos certas é a que o V.Giannini disse, Carlos Boozer, do Jazz e o zagueiro Alex, do Chelsea, ex-Santos.


Depois tem mais!
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Denis
por volta das
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