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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Locaute versão Taiwan

Eu poderia comentar mais sobre o locaute. Poderia dizer que os jogadores se reuniram hoje e decidiram recusar a proposta de divisão do BRI em 50% enquanto os donos não mudarem algumas questões do sistema de funcionamento da liga. Poderia, como geralmente faço, escrever parágrafos e mais parágrafos dizendo como somente os jogadores estão fazendo concessões nessa negociação. Mas por que fazer tudo isso se um vídeo de Taiwan é muito melhor em explicar o que está acontecendo na NBA?



Falando um pouco mais sério: David Stern afirma que os jogadores tem até amanhã à tarde para aceitar a proposta feita por eles no último sábado. A proposta divide a receita da liga em 50% para cada lado. Os jogadores falaram que consideram aceitar os 50% caso algumas coisas mudem (valor do mid-level exception, maior liberdade para trocar de times). Mas os donos parecem irredutíveis. Stern ameaça diminuir a oferta para 47% caso os jogadores não aceitem. Tá tudo indo pro brejo, galera.

sábado, 14 de agosto de 2010

Vídeos - Meus tempos de escola

Essa seção de vídeos no blog é uma daquelas que a gente faz uma vez a cada ano bissexto. Sei que deveríamos ter mais regularidade, mas fazer o quê? Pelo menos não ficamos mais prometendo para depois não cumprir. Como diz o velho ditado, "Se você avisar antes que vai ser rápido, não é ejaculação precoce". Pense nisso.


Nesse post separamos alguns vídeos legais sobre grandes jogadores da NBA em seus tempos de colegial. Volta e meia a gente comenta que tal jogador nem fez faculdade e foi direto da escola para a NBA, ou falamos de outro que conseguiu vaga em uma faculdade tradicional por ter tido atuações estupendas ao lado dos coleguinhas de classe. Então é hora de ver alguns deles em ação.

Começamos com o vídeo que inspirou a série. O Danilo me mandou por e-mail há alguns dias com o seguinte comentário: "Um dos vídeos mais engraçados que eu já vi de basquete, é o Amar'e no highschool! Ele é grande demais, forte demais, musculoso demais, e os carinhas em volta dele parecem crianças!!!!!"


Não tem como não achar graça , é desleal! Parece que o Amar'e é o mesmo jogador que vemos hoje na NBA, mas ao invés de enfrentar Garnett e Dwight Howard, está jogando contra o Justin Bieber, que nem tem pêlos no corpo. O que eu não entendo é como um time da NBA tem coragem de pegar o Amar'e na nona escolha do Draft depois de vê-lo jogar no colegial. Incontestável que ele deu muito certo, mas era arriscado demais. Depois de ver ele apenas contra baixinhos branquelos, como saber como ele vai se virar entre os profissionais?

Não é exclusividade do Amar'e essa superioridade física sobre os adversários, é comum a quase todo grande ala de força ou pivô que brilha na NBA. Dêem uma olhada nos vídeos de Dwight Howard e Shaq, por exemplo:



Engraçado como o Dwight Howard mudou pouco. Ele está mais forte, mas o estilo de jogo é absolutamente o mesmo. O cara domina muitos jogos do jeito que é, mas desde 2004 até agora dava pra ter evoluído um pouco mais no ataque. Mas ainda há esperança, até acho que ele melhorou no ano passado e nessa férias ele tem encontrado o Hakeem Olajuwon para algumas aulas de ataque. Legal ver que ele não está acomodado.

Já o Shaq mudou mais o seu jogo com o tempo. Ganhou maior repertório de jogadas e ficou muito, muito, muito maior! A gente só acha ele magro quando vê esses vídeos porque ficou desacostumado com a montanha de músculos que ele virou. E apesar do som terrível do vídeo dele, dá pra ouvir uma entrevista em que ele se mostra o mesmo Shaq de sempre: "Qual o segredo para o sucesso da equipe nesse ano, Shaq?", e ele responde, "O segredo sou eu". Melhor frasista da história da liga. Ponto.

O cara que mais tem vídeos do seu tempo de colegial é o LeBron James. Ele ficou famoso muito cedo, era bom demais muito cedo e viveu em uma época em que era bem mais fácil fazer vídeos. Achei esse com longos 10 minutos de duração, mas que vale cada um deles. As enterradas impressionam, o porte físico para um pirralho de 16 anos é praticamente algo alienígena, mas o que mais me deixa de queixo caído são os passes. Não é à toa que quando ele chegou no Cavs em 2003 tentaram colocar ele pra jogar de armador.


Outro vídeo do LeBron que vale a pena é esse em um jogo de sua escola contra a do Carmelo Anthony. Mas fique atento, não é fácil achar o Melo no vídeo. Ele é o número 22 do time de amarelo e está com um cabelo afro meio estranho, nem parece o mesmo jogador de hoje. Também vale a pena ver um rápido vídeo do LeBron jogando futebol americano no colegial, ele chegou a ser eleito All-State como wide reciver.

Só para provocar quem fica pedindo comparações, embalo o vídeo do LeBron com um do Kobe Bryant. Tem bem menos material, mas dá pra lembrar de como ele também era muito rápido e atlético no começo da carreira. Nos acostumamos com ele técnico, jogando de costas pra cesta e vivendo dos seus arremessos de meia distância e esquecemos que no começo ele era só mais um desses moleques voadores. Ah, se todos treinassem sem parar como ele...


Entre os voadores, nenhum voava mais que Vince Carter. Você consegue se imaginar com 15 anos, aprendendo a jogar basquete, empolgado que sua escola vai disputar um campeonato regional e aí você dá de cara com um moleque fazendo essas enterradas? Ou eu chorava, ou pedia pra ir cagar e não voltava ou pedia pra ele autografar meu peito no fim do jogo.


Sério, dá pra citar 100 caras melhores que o Carter em qualquer quesito do basquete, mas é difícil achar um que enterre melhor. Ele é perfeito na impulsão, na plástica do movimento, na força que joga a bola pra baixo, na dificuldade das enterradas que tenta, em tudo.

Um dos vídeos mais divertidos que eu achei é o do Steve Nash no colegial. Ao contrário dos que eu mostrei até agora, ele não é o mais alto, nem o mais forte, nem o com mais impulsão na quadra. Ele nem é o que mais parece um jogador de basquete, tá mais pra um analista de sistemas que joga uma pelada no clube de fim de semana. Nash é um baixinho de cabelo curto, muito magro e que eu duvido que alguém que o visse andando pela rua apostaria que ele fosse ser duas vezes MVP da NBA um dia, não apostariam que ele virasse o garoto da água.

Atualização: O vídeo que o tinha postado sobre o Nash criou alguma polêmica. Até mesmo na página dele do YouTube. Alguns dizem que não é o Nash (incluindo pessoas que se dizem próximas dele), outros que é e outros que é ele, mas no primeiro ano do High School, muito novo. Eu confesso que não tenho idéia, mas em alguns momentos do vídeo não parece o Nash mesmo, coisa que eu ignorei porque nem nos seus primeiros anos de NBA o Nash parecia o que ele é hoje. De qualquer forma, para evitar erros, deixo aqui a chance de alguém ver o vídeo antigo. E abaixo posto outro, com menos jogadas, mas que temos certeza que tem imagens dele no colegial.


...
Alguns jogos em especial ficam conhecidos no meio colegial. Cito três aqui que tem histórias interessantes:

1. Os 100 pontos de Dajuan Wagner
Sim, ele marcou cem pontos em um jogo. Foi contra uma escola ruim, é verdade, mas tente marcar 100 pontos em 40 minutos contra seu irmão mais novo e você não vai conseguir. É considerada uma das melhores, senão a melhor, atuação em nível colegial da história dos EUA.

Wagner saiu do colegial para jogar um ano pela universidade de Memphis e depois foi para o Cavs na NBA. Lá teve um primeiro ano razoável, mas logo depois caiu muito de produção. Um pouco pela pressão que sofria de ser, como diziam na época, "o novo Allen Iverson", e também por uma doença que acabou quase encerrando sua carreira. A doença se chama "Ulcerative Colitis" em inglês, mas não sei como é em português. Em casos mais simples ela causa "apenas" muitas dores, em casos mais graves até a morte. Para resolver o problema Wagner teve que operar e retirar todo seu cólon. Nunca mais teve chances na NBA e o jogo dos 100 pontos acabou sendo o ápice da sua carreira.



2. Os 72 pontos de Monta Ellis
No primeiro jogo entre a escola Lanier HS e a rival Greenwood, Monta Ellis marcou 65 pontos. Antes do segundo jogo disseram pra ele "Você nunca vai fazer 65 de novo, talvez faça uns 17 dessa vez". Monta fez 30 pontos só no quarto período e acabou o jogo com 72.



3. Os 61 pontos de Chris Paul
Chris Paul era muito próximo do seu avô, a quem ele chamava de "seu maior fã", e foi dele que recebeu o boné da faculdade de Wake Forest quando decidiu onde iria jogar no basquete universitário. Algum tempo depois, em um jogo de futebol americano, avisaram CP3 que seu avô havia sido encontrado morto na frente de casa, assassinado.

Chris Paul resolveu fazer uma homenagem no jogo seguinte. Marcaria um pouco para cada ano de vida do seu avô, 61. Ele falou para poucas pessoas sobre a idéia, até porque achava difícil demais, mas quando as bolas foram caindo, a fofoca passou de boca em boca na arquibancada e no fim da partida todos vibravam ao ver o objetivo cada vez mais próximo. Faltando cinco minutos para o fim do jogo, com 59 pontos, Chris Paul fez uma bandeja e sofreu a falta. Já com seus 61 pontos errou o lance livre de propósito, ignorou a chance de quebrar qualquer recorde de pontos e apenas foi para o banco de reservas abraçar o pai.


Pra quem quiser mais vídeos:

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Para os novatos de Bola Presa, links para os nossos outros posts especiais com vídeos:

- Comerciais com jogadores da NBA: Parte 1, Parte 2, Especial Yao Ming

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Passatempo até o próximo post

Amar'e Stoudemire tem uma espinha na testa bem no dia da formatura!


Pessoal, hoje estou bem atarefado e a análise do jogo entre Lakers e Suns vai vir só de noite. Mas acho que a espera vai valer a pena, achei um material legal para explicar como funciona uma defesa zona 2-3, a defesa que o Suns usou para mudar absurdamente a cara dessa série e também algumas formas que existem para furar essa defesa. Vamos analisar o que deve ser feito e se o Lakers tem time para realizar essas mudanças.

Mas também falaremos do outro lado da quadra que está fazendo muita diferença e recebendo menos atenção: como o Suns conseguiu mudar seu esquema ofensivo e por que o Lakers está cometendo tantas faltas (não, os juízes não estão roubando!).

Até o post ficar pronto vocês podem fazer duas coisas: A primeira é responder a esse questionário sobre consumo de produtos de basquete no Brasil. Um colega nosso está fazendo uma tese sobre o assunto na sua pós-graduação e precisa que basqueteiros respondam sobre o consumo de produtos do esporte. Que marca você mais gosta, qual mais tem a ver com basquete, que tipos de produto compra, o que valoriza e coisas assim. Depois até vou ver com ele se consigo alguns dados para publicar aqui quando a tese estiver pronta! Clique aqui e ajude um dos raros trabalhos acadêmicos sobre nosso esporte!

A segunda coisa que você pode fazer para esperar é assistir vídeos:

Que tal essa bandeja insana do Goran Dragic? "Dwyane Wade da Eslovênia" é um apelido muito brega ou será que pega?



E se Dragic é Wade, o que é Robin Lopez? É o cabelo do Varejão, com a animação do Ronny Turiaf e as drogas do Chris Andersen.



Por fim, achei essa coletânea com as 40 melhores enterradas da temporada regular. Também acharam que os efeitos de vídeo fizeram parecer que o vídeo está acontecendo no diário de bordo do Lucas Silva e Silva? Mas beleza, a lista é boa.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Aquecimento para a semana do All-Star Game

Dwight Howard tem dificuldade para entender como funciona o gelo

Quando a gente fechou nossa parceria com a adidas, ficou combinado que eles iam passar algumas coisas pra gente e nós publicaríamos se achassemos que fosse interessante de alguma forma, seja pela inovação, pela criatividade, por ser divertido ou engraçado. Qualquer coisa que não fosse só jogar a marca na cara de vocês, mas que fosse significar diversão para todos os envolvidos. Acho que conseguimos nossa primeira coisa interessante!

Como semana que vem é a semana do All-Star Game, a adidas (que sempre trava uma pequena guerra com a Nike pra ver quem chama mais a atenção no fim de semana das estrelas) está carregada de coisas para nos mostrar. A primeira que chegou às nossas mãos é uma coleção de vídeos estrelados pelo Dwight Howard que me impressionaram um bocado. Talvez nem tanto pelo lado do basquete, mas pelo lado tecnológico que agradou tanto o meu nerd interior.

São três vídeos postados na página da adidas no YouTube sob três nomes diferentes: Faster, Stronger, Lighter (mais rápido, mais forte e mais leve, para os que matavam aula do CCAA para dar uns amassos com a coleguinha de sala).

O legal dos vídeos é que eles são interativos, você participa das ações. Por enquanto coisas simples mas que abrem boas possibilidades para quem é criativo e manjar de tecnologia criar coisas mais complexas, pelo o que eu sei é a primeira vez que o YouTube disponibiliza tantas opções de interatividade em sua página!

No primeiro vídeo, o Lighter, você precisa ser rápido e preciso para comandar o quanto o Dwight Howard vai pular no vídeo. Se você clica no máximo ele enterra alto e com força e sai vibrando como se aquilo tivesse sido difícil pra ele, se você torce pro Cavs e quer foder com o pivô pode colocar no mais baixo e fica assistindo ele errar a enterrada.

O Stronger é o mais legal de todos. Nele você pode comandar as câmeras enquanto o Dwight Howard vai para a sua enterrada. Imagino que eles tenham colocado quatro vídeos em um só e você muda qual deles está assistindo, se for isso é bem simples mas muito bem feito. Espero que a idéia seja copiada por muita gente por aí, a sensação de comandar o ângulo faz a gente lembrar do tempo em que DVD era lançamento e vendiam a idéia de que a gente poderia ficar mudando a câmera durante o filme, lembram disso? Nunca vi um DVD com essa função, maldito botão "angle".

Por fim, o Faster é uma incógnita. Isso porque ele precisa de muitas visitas para liberar os vídeos. Quanto mais gente acessa, mais coisas são liberadas. É um jeito criativo de fazer todo mundo clicar no santo botão "share" e entupir de links da NBA aquelas meninas chatas (mas gateeenhas!) do seu facebook. Uma coisa que pode interessar gente daqui é que as medições de visita do site vão poder dizer que país motivou a quebra dos números para destravar os vídeos, o monte de patriotas que defendem o Nenê no All-Star Game pode se realizar.

Para ver todos os três vídeos é só clicar aqui.

O legal é que passeando pela página da adidas de vídeos eu achei um mais legal do que todos esses três, e também do Dwight Howard. É um vídeo feito em parceria com o ótimo site FreeDarko. Os caras dessa página fizeram um almanaque sobre a NBA, explicando com desenhos espetaculares como funcionam alguns jogadores da NBA. É uma obra-prima pra quem gosta de basquete e a adidas (que parece ter muito bom gosto para suas parcerias) chamou o site para fazer algumas versões animadas para seus jogadores. Abaixo está o do Dwight Howard:



E de todas as imagens a minha favorita, sem patriotismo, é a do Leandrinho:

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Show da Virada no Bola Presa

Começa o Show da Virada no Bola Presa! Todo mundo de branco? Todo mundo bêbado? Todo mundo afim de ouvir música ruim gravada em novembro com gente fingindo que é ano novo pra Globo? Simbora pro show!

Com vocês, Beyoncé Gallinari cantando "Halo" para abrir a noite!


Agora Louis Amundson, Alando Tucker e Shaquille O'Neal mandam bala no rap, seguidos de Goran Dragic cantando o tema de "Great American Hero" (imortalizada pelo genial George Costanza) e pra fechar Robin Lopez canta o tema da série "Cheers".




Continuando o show da virada, um clássico, Ron Artest canta Celine Dion. "My Heart Will Go On", tema de Titanic:


Cantando "It's gonna be me" do N'Sync, o cara com mais tempo para treinar canto na NBA, Greg Oden.


Que tal um autêntico gangsta rap francês com o meu camarada Tony P?



Fechando o nosso Show da Virada, Joe Johnson homenageia a personalidade de 2009, Michael Jackson. Vai lá JJ!


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Eu e o Danilo vamos viajar (não juntos, não somos um casal!) e voltamos só no dia 4. Até lá só vai ter post se um de nós conseguir internet e for muito workaholic, o que é possível mas pouco provável. Boa virada de ano pra todo mundo e até daqui alguns dias!

sábado, 19 de dezembro de 2009

Zach Randolph não brinca em serviço

Me sinto obrigado a postar esse vídeo aqui no Bola Presa. É o resumo do jogo de ontem entre Pacers e Grizzlies, que teve a vitória do Memphis por 107 a 94.


Prestem atenção que mais para o final do vídeo aparece um jogada onde o Zach Randolph dá dois tocos lindos e em sequência no Tyler Hansbrough! Sim, o cara com o apelido de Psycho-T tomou duas sovas do gordinho que no máximo teria o apelido de Lazy-Z. Que ainda meteu um jumper na cara do branquelo depois! Se tem um tipo de jogador que eu nunca achei que tomaria uma surra dessa do Zach Randolph seria desses alas ultra empolgados e explosivos.

Randolph acabou o jogo com 26 pontos, 16 rebotes, 3 tocos (sabiam que o máximo da carreira dele foi 5?) e, pra não perder o costume, 5 turnovers. Parabéns, Zach, o Bola Presa torce por você! (prestem atenção também na meia maratona que o Rudy Gay dá antes de partir para uma enterrada linda)

sábado, 5 de dezembro de 2009

Kobe Bryant



Um vídeo épico, com música brega e ângulos legais daquele que tem tudo pra ser o arremesso de último segundo mais foda da temporada regular. Perceberam como já tivemos muitas jogadas boas e só passou um mês de temporada? Vivemos uma época feliz. Amém.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Para amar ou odiar Ron Artest

A cena abaixo é do jogo de domingo entre Lakers e Rockets. O Trevor Ariza pode se lembrar desse jogo como o seu primeiro em Los Angeles desde que saiu do Lakers, como o jogo em que recebeu seu anel de campeão, como o jogo em que bateu o atual campeão em seus domínios ou ainda como o jogo em que perdeu seu tênis e o Ron Artest o jogou pra longe só de sacanagem. Pois é, tem o vídeo pra provar.



Isso não é insano? Tem coisa menos fair play que essa? Ao mesmo tempo, teve alguma cena mais engraçada na NBA desde que o próprio Ron Artest fez isso aqui com o Paul Pierce?



Por essas que eu já disse que o Artest não é meu jogador favorito na NBA (prefiro o Ariza a ele, por exemplo), mas é o meu personagem favorito.

sábado, 14 de novembro de 2009

Enterradas da semana

Costumo postar vídeos legais no nosso Tumblr, mas esse vídeo eu faço questão de colocar aqui. É um Top 10 com as melhores enterradas da semana. Sim, só dessa SEMANA! Eu posso jurar que já vi Top 10 de melhores enterradas de temporadas que não chegam nesse nível. Coloca no Full Screen, pegue a pipoca (ou um pedaço de bacon) e aproveite.



quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Os melhores comerciais da NBA - EspecYao

É isso, me rendi ao mundo dos trocadilhos. É o que a falta de basquete faz com a gente, faz um cara de princípios como eu me entregar ao submundo dos trocadilhos sem graça. Mas juro que parou no título, não resisti.


Para finalizar essa semana dos comerciais eu fiz uma seleção com os 10 melhores comerciais com o Yao Ming. O cara é uma lenda viva na China e no resto da Ásia e não faltam empresas pagando milhões para usar sua imagem de quase deus para vender produtos para os novos ricos vindos do leste. Simbora para mais um Top 10!
...

10- Lixo
Você tem um minuto e meio sobrando? Porque se não tiver pode começar a ler o post pelo número 9. Esse deve ser um dos piores comerciais de todos os tempos. O Yao Ming, nossa estrela, aparece só no final. Antes disso é só o Jackie Chan sendo idiota uma vez atrás da outra e sem o Chris Tucker do lado para salvá-lo. Um desastre. O sorriso do Jackie Chan no fim do vídeo pede um soco na fuça por ter me feito jogar um tempo precioso da minha vida no lixo; com um minuto e meio eu faço muita coisa na minha fazendinha do Facebook.


9 - Coca-Cola unindo povos
Para uma pessoa comum é um comercial divertido. Um LeBron e um Yao virtuais batalham usando seus símbolos nacionais até perceberem que duas culturas tão distintas tem em comum uma coisa: a Coca-Cola.

Divertido, bonitinho e a música gruda na cabeça. Mas vendo sob um prisma diferente essa peça pode ser vista no futuro como um símbolo da época em que as grandes corporações começaram a tomar o lugar das identidades nacionais. Sabiam que até antes da crise, 51 das 100 maiores economias do mundo eram grandes corporações e não países? Bola Presa também é conhecimento.


8- Gostinho de decepção
Yao Ming é um porco capitalista que joga para os dois times. Então já fez propaganda para a Pepsi também. Um sábio chinês, que não era o Yao, disse certa vez que "Pepsi tem sabor de decepção", e não poderia ter mais razão. Pepsi não é ruim, longe disso, mas 90 em cada 100 pessoas só bebem quando não tem Coca-Cola como opção.

E honrando a fama da empresa, esse comercial é uma bela de uma decepção. Um lixo sem sentido onde o Yao Ming dribla (dribla!) e tem uma relação extracorporal com um DJ que arrota.


7- Propaganda abstrata
Vocês tem familiaridade com a indústria publicitária chinesa? Se vocês já assistiram muitos jogos pela internet usando aqueles links amarelos devem saber que as propagandas de lá estão fora do nosso alcance. Algumas nem tem textos em chinês, são só imagens, e mesmo assim não dá pra saber o que eles estão vendendo. Outras, ou melhor, a maioria, tem dragões, pessoas voando, magias, fogos e/ou super-humanos fazendo absurdos para conseguir algum produto. Ou seja, não espere muito sentido. Espere um "Tigre e o Dragão" sem um enredo e sem a Zhang Ziyi.

O vídeo abaixo exemplifica tudo isso. A história começa com gente jogando basquete sobre um trem-bala, depois eles estão num cânion correndo pelas paredes e acabam numa metrópole passando a bola para uma chinesinha magrela executiva. Dança contemporânea faz mais sentido.


6- Yao na terra do Ragnarok
O Ha-Seung Jin, também conhecido por aqui como "O Homem Mais Feio do Mundo", foi o único coreano na NBA e, surpresa, não vingou. Por isso a indústria publicitária coreana teve que apelar para a vizinha China em busca de um ídolo, Yao Ming. Para os fãs da globalização temos aqui uma propaganda coreana estrelada por um chinês para promover uma empresa norte-americana. Para os não-fãs da globalização tem a satisfação da propaganda ser uma merda.

Espero que o McDonald's nunca adote o cardápio-origami em coreano por aqui.


5- André Albertini
Não sei o que aconteceu nessa propaganda mas tudo o que posso dizer é que o Yao acabou de dar um anel de diamantes para um travesti muito gato. Te cuida, Ronaldo!


4- Baba, baby
Claro que uma propaganda sobre superação na China não poderia ter só uma música emocionante e um cara treinando. Tem que ter uma placenta gigante entre o Yao Ming e a cesta! E por que diabos ele baba tanto ao tomar um gole de Gatorade Chinês? Mas tudo bem, a estrela do comercial é o gritinho dublado que o Yao dá ao pular para a enterrada. Um clássico.


3- Circo
Finalmente de volta à propaganda ocidental da qual estamos tão acostumados a ser escravos. Nesse comercial o pessoal da Apple fez o que todos no mundo queriam fazer: colocar o Yao do lado de um anão famoso para podermos apontar e dar risada das aberrações.


2- Aristóteles
Nada de pensamento chinês que a gente não entende. Aqui a NBA usou do bom e velho (bem velho) pensamento grego para fazer um de seus vídeos mais bonitos.

"Excelência não é um ato, mas um hábito"


1- Yo!
O melhor comercial que o Yao Ming já participou e se não me engano foi o primeiro que ele gravou depois de sua chegada na NBA. É uma brincadeira simples com a falta de comunicação entre dois falantes de línguas diferentes e basta isso para ser uma obra-prima!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Os melhores comerciais da NBA - parte 2

Ontem começamos a nossa lista com os 20 melhores comerciais da NBA e hoje vamos do número 10 ao número 1. Lembro que há tanto critério nessa lista quanto há naqueles caras que dão 10 pra todas as escolas no carnaval. Aqui não há métodos e nem quesitos, são 20 comerciais que achamos legais e queremos compartilhar! Fiquem à vontade para discordar nos comentários!


10- Duplas dinâmicas
Assim como outros que vimos ontem, é um comercial da TNT, o canal de TV mais legal dos EUA quando se trata de basquete. Eles tem os comentários hilários do Charles Barkley e do Kenny Smith, bons narradores, bom comentaristas e até acertaram ao contratar o Chris Webber para substituir o Barkley quando ele estava fora. Você nem precisa concordar com tudo o que eles falam (às vezes parece que exageram só para gerar polêmica) para se divertir.

Nesse comercial vemos jogadores no vestiário assistindo à TNT e ouvindo comentários sobre eles mesmos. O Nash fica se achando a última Trakinas de limão do pacote ao ouvir que ele é o melhor armador da NBA, mas o Amar'e não fica nem um pouco satisfeito quando colocam até o Greg Oden na frente dele.


Da mesma coleção: T-Mac e Yao também entram na brincadeira. Eu pagaria pra ver o T-Mac falando chinês mais vezes.

9- Freestyle
Na época em que o Vince Carter era uma estrela pop, o Jason Williams também era. Bons tempos do basquete moleque, basquete malandro. Foi nessa época que a Nike fez seu comercial "Freestyle", possivelmente o mais conhecido até hoje, mesmo entre os que não são basqueteiros.

A música feita com sons de tênis freando na quadra e bolas batendo ainda é um hit e duvido que ninguém aqui tenha visto esse vídeo e depois não tenha ido pra quadra tentar imitar as palhaçadas que esses caras faziam. Não é à toa que ninguém mais treina os fundamentos...

A estrela da propaganda é o Jason Williams, que tem um domínio de bola de outro planeta. Mas além dele podemos ver os novinhos Paul Pierce, Baron Davis, Vince Carter, Darius Miles, Lamar Odom e Rasheed Wallace. Representando a WNBA e não devendo nada ao J-Will em termos de controle de bola está a Dawn Stanley. Além disso estão presentes alguns streetballers famosos nos EUA, como o The Future, Trickz e A-Train.


8- Shaq x Kobe
Essa campanha do "There can only be one" ("só pode haver um") foi uma das mais legais usadas para promover um playoff da NBA. Ela tinha textos bacanas e colocava dois jogadores de times que iriam se enfrentar para falar. Mas antes dos playoffs começarem, quando ainda não tinham confrontos definidos, lançaram o vídeo abaixo, com Kobe e Shaq dividindo a tela.

A rivalidade Kobe/Shaq já não era tão grande como na época do Shaq no Heat mas mesmo assim ver os dois lado a lado dias antes de começarem os playoffs foi de arrepiar.



Para os que faltaram na aula da teacher teenager gostosinha da escola de inglês do bairro, aqui está o que os dois falam:
"Existem tantas emoções ao fim de uma temporada e ninguém gosta de falar disso. Uma delas é o medo, medo de que você veio tão longe e pode tudo terminar. O sonho pode acabar. Mas eu, eu gosto do medo. Significa que eu estou perto, significa que eu estou preparado."

7- La escuela de la verdad
Ontem eu falei sobre essa série de comerciais da TNT mas deixei um de fora, o mais legal. O motivo é que merecia uma posição melhor e aqui está o Shaquille O'Neal dando aulas de espanhol, ensinando expressões como "Jogador mais valioso" e "O pivô mais dominante de todos os tempos".


6- Poooost Season, Kobe Bryant!
Nós já postamos alguns comerciais dessa série da Nike, mas não conseguimos deixar esse de fora. A série inteira com os bonequinhos do Kobe e do LeBron morando juntos é ótima, mas esse em especial é o mais engraçado. Se eles realmente morassem junto eu imagino que isso aconteceria, o LeBron todo empolgado porque chegaram os playoffs e o Kobe com cara de "ahã Claudia, senta lá".



5- Fracasso
"Eu errei mais de 9 mil arremessos na minha carreira. Perdi quase 300 jogos. 26 vezes confiaram em mim para o último arremesso e eu errei. Ao longo da vida, eu falhei, falhei e falhei seguidas vezes. E é por isso que venci."


4- Rivalidades nunca morrem
Se eu já tinha ficado embasbacado com o comercial do Kobe e do Shaq dividindo a tela, esse aqui foi para dar arrepios mesmo: Larry Bird e Magic Johnson lado a lado falando de rivalidades a poucos dias da primeira final entre Lakers e Celtics em quase 20 anos. Uau.

Não é força de expressão, fiquei arrepiado mesmo, com os pêlos em pé. Ver esse vídeo naquele clima excitante de playoffs é algo que todo cara que gosta de NBA não vai esquecer nunca: "Os nomes na história podem mudar, mas o que importava naquela época, importa agora. Rivalidades nunca morrem". Melhor definição para uma rivalidade é impossível.


Claro que impressiona um pouco negativamente ver como esses caras estão velhos, mas quando eles eram novinhos não sabiam fazer comerciais tão legais.

3- Deixe seu jogo falar por você
O único pecado dessa obra-prima é deixar aparecer o Jordan no final do vídeo. Todo mundo sabia que o vídeo era sobre ele, não precisava ter explicado no final. De qualquer forma é difícil achar um comercial sobre basquete tão emocionante.


Esse é o último comercial do Jordan da nossa lista. Tem uma outra campanha chamada "Become Legendary" que merecia várias menções nessa lista, mas como já fizemos um post especialmente para ela, fica aqui apenas o link: são 4 vídeos fantásticos e traduzidos pelo Danilo.

2- Eu sou como você, mas 10 vezes melhor
Postei esse vídeo outro dia no nosso Tumblr. Acho que nunca vai haver um comercial tão engraçado envolvendo um jogador da NBA. Steve Nash paga de Zoolander e diz pérolas como "eu sou como você, mas 10 vezes melhor", "Eu, Kobe, LeBron, estamos em outra estratosfera" e a melhor, "Quando você pensa no Michael Jordan você pensa em quem? Em mim, eu sei".


1- De Robbins, Illinois
Baseado em uma carta de amor que o Dwyane Wade escreveu para o basquete, o Spike Lee fez uma série de vídeos para a Converse usando o Wade. A carta pode ser ouvida nesse vídeo aqui, mas o melhor da série acabou sendo o com menos palavras. O melhor comercial sobre basquete de todos os tempos não tem uma cesta, uma enterrada e nem um texto emocionante.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Os melhores comerciais da NBA - parte 1

Depois de um tempinho sem posts (tá tudo parado na NBA e movimentado na nossa vida!) voltamos com um post que deveria nos render alguns dólares pelo jabá, mas não rende nenhum. Vamos mostrar, de grátis, os melhores comerciais da NBA.

Na verdade o título deveria ser "melhores comerciais envolvendo jogadores da NBA" já que nem todos são feitos pela liga ou para promovê-la, mas acho que vocês sacaram. Aqui temos uma compilação que tem comerciais da TNT, HEB, ESPN, EA Sports, Converse, Nike, Adidas, American Express, tem de tudo.

Dividi em três partes porque achei muita coisa boa. Hoje posto do número 20 até o 11, amanhã posto do 10 até o 1 e depois posto uma terceira parte especial que fica de surpresa.
E também não esqueçam de me xingar na caixa de comentários dizendo que eu esqueci desse ou daquele comercial! Simbora!


20- O bigode de Adam Morrison
Antes de entrar na NBA, quando tinha acabado de ser draftado como a 3ª escolha no draft de 2004, o Adam Morrison fez uma série de comerciais para a EA Sports divulgando o novo NBA Live. Assim como o jogo, o Adam Morrison fede, o que deixa o vídeo mais sem graça do que deveria ser.

Mas ele era uma promessa boa, é simpático e seu bigode é um dos visuais mais engraçados da NBA desde a aposentadoria do Dennis Rodman. Sem esquecer o Scott Pollard, claro.

No comercial o Adam Morrison fala sobre voltar aos grandes tempos do bigode na NBA, os saudosos tempos de Pistol Pete, Kurt Rambis e Clyde Frazier. Depois diz que na offseason vai entrar em um furgão e resolver mistérios. Genial!


Da mesma coleção: Adam Morrison diz que chorou em rede nacional e na NBA irá fazer outros chorarem. Só não disse que era de desgosto.

19- Duncan, Manu e Bowen - Yoga
Só por ser um vídeo com o Ginobili, o Duncan e o Bowen fazendo yoga já merecia entrar em qualquer lista de bons vídeos, nem precisava ser de comerciais.

A propaganda é para a H-E-B, uma empresa de alimentação que opera exclusivamente no Texas e no México, portanto esse comercial é regional. Pelo tamanho da loja imagino que o cachê nem seja tão alto, ainda mais considerando o salário que os três ganham, então não dá pra entender por que diabos eles se sujeitaram a isso, mas agradecemos.


Da mesma coleção: Dessa vez o Duncan lê um poema que é dramaticamente interpretado por Bruce Bowen e Brent Barry, que é a estrela da propaganda.

18- The Run
Comercial bem bacana da Adidas mostrando uma pelada. A pelada, claro, envolve Garnett, Billups, McGrady, Duncan, Josh Smith, Dwight Howard e até o Jordan (Farmar). O comercial é tão bem feito que até dá pra acreditar que eles realmente se encontram durante a offseason para bater uma bolinha descompromissada. Mas o vídeo vale a pena mesmo pelo diálogo entre Garnett e Dwight, onde o KG se recusa a chamar o pivô do Orlando de Superman.


Imagino que vocês tenham percebido que o rachão cheio de enterradas, dribles e jogadores fora de série acabou com o Duncan fazendo o jumper sem graça da vitória. Tem gente que não sabe brincar.

17- LeBron James canta Cindy Lauper
Essa série de comerciais com o ônibus de turistas passeando por dentro da NBA foi uma idéia fantástica mas que rendeu poucos bons comerciais. A maioria é bem sem graça e passou mais do que a propaganda do Pato Purific na AXN ou da Tec Pix no TV Fama.
O que salvou a série foi essa cena do LeBron James cantando "Time after time" com uma empolgação bem sincera.


16- Vince Carter Superstar
Ah, bons tempos em que o Vince Carter recebia até mais atenção que o Kobe. Eram enterradas fantásticas, o Raptors indo longe nos playoffs e todo mundo o colocava lá em cima como o melhor novo-Jordan que nunca será o Jordan da NBA. O tempo passou e tudo isso foi por água abaixo. A imagem de marrento que boicotou a estadia em Toronto ainda prevalece e faz um tempão que não brilha na pós-temporada. Ele só pode se conformar de ainda ter mais moral que o Iverson.

Mas lembrando os tempos do Carter como a maior estrela pop da NBA, um comercial dele salvando o dia. Hoje em dia a cena do ladrão fazendo falta de ataque ficaria boa com o Varejão.


15- Jason Kidd tudo sabe e tudo vê
Todo mundo sabe, ou deveria saber, que a melhor idéia que a American Express poderia ter para promover sua marca sempre será a de juntar o Seinfeld com o Superman. Mas tirando essa sacada fantástica, fazer comerciais com caras da NBA foi o que rendeu as melhores propagandas pra eles até agora. Tem duas na nossa lista, está é a primeira.


14- Cara de Tim Duncan
Esta é a outra. Por que outra empresa não teve a idéia de zoar a cara de bunda do Duncan antes?!?! Ele é bem humorado o bastante (embora sua cara não mostre isso) para topar qualquer coisa. Está na hora de um desses sites de poker parar de pagar o Boris Becker e colocar como garoto propaganda o único ser humano que já nasceu com uma poker face.


13- Kevin Garnett x Tim Duncan
Parece piada, mas realmente tem muitos comerciais bons com o Tim Duncan. Para a super estrela menos carismática da história da NBA ele até que fez umas coisas bem divertidas. A falta de carisma está mesmo no jogo burocrático dele. Aqui, pelo menos, só vemos o Garnett jogando.


12- As crianças podem ser más
A série de propagandas da "School of Truth" é a melhor que a TNT americana já fez. Trata de uma escola onde é dita e vista a mais pura e crua verdade. Então as crianças dão risada porque o Kidd não tem um título, do LeBron por ele não ter ido para os playoffs (a propaganda é de quando o LeBron só tinha 1 ano de carreira) e até do Carmelo não ter sido um All-Star. Além disso tem o Shaq fazendo o que todos já fizemos no banheiro da escola.

Mas da série toda, o vídeo que ganha o nosso 12º lugar é o Ron Artest mostrando que sabe rir de si mesmo.


11- Ali G x NBA
Hoje existe o Brüno e antes dele o Borat. Mas o primeiro personagem do Sascha Baron Cohen foi o Ali G. Um mano firmeza zona leste que fazia perguntas absurdas ao entrevistar celebridades ou especialistas em qualquer assunto, como o feminismo. Ali G irritou muitos entrevistados que achavam que estavam falando para programas sérios com perguntas preconceituosas e ignorantes.

Nessa série feita pela TNT ele faz a mesma coisa entrevistando caras com o Nash ("eu não entendo nada com você falando canadense"), Wade ("Quem é você? Você se vestiu assim e entrou aqui para aparecer ao lado do Shaq?") e o Richard Jefferson ("Você entrou na NBA por que é parente do Thomas Jefferson?"). A série seria ainda mais legal se tudo isso tivesse sido de verdade, com os jogadores não sabendo que seriam zoados, mas aí é pedir demais.

Abaixo um vídeo de 7 minutos com a série completa, vale a pena.


segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Enterrada pra mais de metro

Tem LeBron 8 vezes nesse post


Tem mais alguém entediado com essa offseason ou sou só eu? Que coisa mais chata não ter basquete pra assistir. Quando meu Timão ainda tava arrebentando eu podia fugir pro futebol, agora nem isso, sou obrigado a ver os porcos em primeiro e os bambis crescendo.

Na falta de assunto, além de ficar falando de futebol, fico caçando notícias e fatos curiosos pra comentar. Mas até agora as notícias mais importantes são boatos não confirmados, como as contratações do Ramon Sessions e do Jason Williams (sim, aquele) pelo Knicks. Nada além disso.

Pelo menos um outro entediado com a offseason fez o favor de organizar as 100 melhores enterradas da temporada! Top 10 é coisa de boiola, todo mundo sabe, Top 100 que é coisa de macho. A VIP sabe muito bem disso e por isso faz um Top 100 de mulheres anualmente.

Como enterrada e mulher nunca é demais, primeiro entre aqui para votar na Alinne Moraes e na Sra. Jaric e depois acompanhe os vídeos! São 4 vídeos com as 100 enterradas divididas em ordem decrescente.







Espero que você tenha sido esperto o bastante para botar uma música de fundo e não ficar ouvindo esse troço repetitivo pra cacete que o cara colocou. A lista reúne mesmo as melhores enterradas da temporada, não consigo lembrar de nenhuma boa que tenha ficado de fora. Apenas a ordem que é muito questionável! Como exemplo podemos usar apenas um jogador, o Pau Gasol. A enterrada dele sobre o Birdman que está na posição 80 é milhões de vezes mais bonita e mais difícil do que a que o próprio Gasol sofre do Nicolas Batum, que é a posição 36.

Mas tudo bem, o importante é assistir e aproveitar o show. Pra coisa ficar mais divertida, vão alguns comentários e estatísticas do listão:

-Jermaine O'Neal é o que mais toma enterradas na cabeça, 7 vezes. Em segundo aparecem Pryzbilla e, claro, o Yao, com 3 enterradas na fuça.

-Amar'e é outro que aparece bastante, 4 vezes como protagonista e 2 como vítima.

-O time que mais aparece é o Denver Nuggets, 4 enterradas do Kenyon Martin, 4 do Nenê, 3 do Danthay Jones e 2 do JR Smith.

-Quem mais aparece enterrando, disparado, é o LeBron. São 8 cravadas!

- Em segundo, com 4 enterradas, estão os já citados Amar'e, Martin, Nenê e também Andre Iguodala. Vince Carter chega perto com 3 aparições.

- A aparição mais bisonha é a de Luke Walton, que é a enterrada de número 89.

...
Se é pra matar tempo em dia de falta de assunto, nada mal ver tanta enterrada, certo?

Mas um assunto que a gente teria para abordar nessa semana entediante no basquete seria o Basketball Show, o jogo beneficente organizado pelo Varejão.

A partida acontecerá domingo no Maracanãzinho e terá vários jogadores da seleção brasileira e da NBA. Da seleção teremos os irmãos Machado, Varejão, Leandrinho, Alex, Splitter e alguns outros. Da NBA teremos a eterna promessa Amir Johnson, o mediano Keith Bogans, Devin Brown, Drew Gooden e as grandes estrelas do jogo, Shawn Marion e Danny Granger (que aparecem junto na enterrada número 4). Ainda teremos o técnico do Cavs, Mike Brown, e acabou de ser confirmada a presença do pivô Ryan Hollins.

Nossa intenção era falar de tudo isso direto do Rio de Janeiro, com a primeira cobertura in loco da história do Bola Presa, mas a organização do evento negou nossas credenciais! Não nos levam a sério mesmo! Por que será?

Achamos que o grande número de visitas do Bola Presa, nossos 2 anos de vida e nossos inúmeros e fiéis leitores iriam ajudar no processo de conseguir as credenciais, mas não deu em nada. Perdemos nossa chance de esbarrar a Alinne Moraes nas praias cariocas.
Se você está revoltado com isso poderia mandar um email para a organização do evento (bsb2009@mpcriocomunicacao.com) e mostrar sua indignação. Se conseguirmos ir pra lá fazemos uma promoção-relâmpago dando uma camiseta da NBA para um dos que enviaram um e-mail nos defendendo! À luta, irmãos!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Vídeos - Armadores que me assustam!

Eu não sou muito fã de encher um blog com listas. Claro que listas são divertidas, mas no fundo é só uma desculpa de pessoas sem criatividade que não sabem como dar sua opinião e usam da polêmica que todas as listas causam para chamar a atenção e não precisar se esforçar.

Sabendo disso, vou fazer uma lista.


Queria fazer uma lista com vídeos, mais ou menos no formato daqueles posts com vídeos do Tayshaun Prince, dos porta-bandeiras das Olimpíadas, dos comerciais do Jordan e o das entrevistas engraçadas.

Inspirado pelas atuações fenomenais dos armadores nessa temporada (os recordes que o Chris Paul não pára de quebrar, os 47 pontos do Devin Harris, os 55 do Tony Parker...) eu decidi fazer uma lista só com vídeos desses armadores. Mas ao invés disso, decidi fazer, ao mesmo tempo, uma lista pessoal.

Afinal, quem são os jogadores que mais dão dor de cabeça para a defesa? Qual é aquele cara que, se eu jogasse na NBA, iria fingir gripe para não precisar enfrentar? E isso existe, viu? Lembro de um post do Arenas em seu blog em que ele disse que no seu ano de novato não via a hora de sair da quadra na primeira vez em que enfrentou o Gary Payton, de tanto que estava tomando vareio.

Essa não é uma lista de quem são os melhores armadores, que fique claro, é apenas uma lista daqueles armadores que eu acho que têm mais características que enchem o saco dos adversários da mesma posição


8- Chauncey Billups
A não ser que você tenha passado os últimos 12 anos indo diariamente à academia, você é mais fraco que o Chauncey Billups. E não vale ir na academia para jogar conversa fora e ficar vendo as bundas gostosas subirem e descerem do step, estou falando de pegar pesado nos ferro pra ficar gigante e forte mesmo.

O Billups é forte como uma pedra e mesmo assim ainda tem velocidade para puxar um bom contra-ataque, e um daqueles bem chatos, que você não sabe se ele vai para a bandeja, se vai passar a bola ou se ele vai parar em qualquer lugar da quadra para arremessar a bola. Cansei de ver armador dando pique pra pegar ele no contra-ataque e aí ele pára na linha dos 3 e já era.

Mas o bicho pega quando ele enfrenta os armadorzinhos magrelos e leva eles para o garrafão. O Billups é provavelmente o melhor armador jogando de costas para a cesta desde o Gary Payton. Definitvamente ser abusado no garrafão por um armador musculoso e de bigodinho não é o que eu chamo de diversão.



7- Derrick Rose
O cara tem um mês de carreira na NBA e já fez algumas vítimas. Em resumo, ele é um dos jogadores mais rápidos da NBA, é forte o bastante para bater pra dentro em qualquer garrafão e, o mais desesperador, é muito liso. Ele tem o tipo mais bonito de drible, aquele seco, rápido, que parece ser feito sem nenhum esforço, ao invés de querer se aparecer ele faz parecer ser fácil.

Ele tem percebido ultimamente que o resto do Bulls fede muito e decidiu entrar em modo de ataque. Ao invés de ver suas assistências irem para o ralo a cada arremesso errado do Luol Deng, ele tem batido para dentro.

O resultado é esse que o Leandrinho viu de perto:



E o que o Andre Miller nunca vai esquecer:



A impressão que eu tenho é que o Leandrinho pulou achando que o Rose não tinha tanta impulsão. E a impressão que eu tenho é que o Andre Miller precisa de tornozelos novos. O famoso drible do Iverson no Jordan foi vingado. Sério, como armador da NBA eu desejaria nunca na vida ver o Derrick Rose batendo bola na minha frente.


6- Deron Williams
Outro que tem um drible seco. Seco mesmo, daqueles que se fosse bebida ia arregaçar com a sua garganta. Mas o que incomoda mais é que ele é tão forte quanto o Billups e ainda apela para os corta-luzes. Marcar o Deron Williams é passar 48 minutos trombando, fugindo e apanhando do Boozer e do Okur. Definitvamente não é nada legal.

O que mais deve incomodar na hora de marcar o Deron é que ele, ao mesmo tempo em que controla todo o jogo do Jazz, tem muitas características de armadores da posição 2. Por exemplo naquela final do Oeste de duas temporadas atrás, o que ele fez com o Tony Parker. Quando se tocou que o Boozer não tinha resposta para o Duncan, ele resolveu fazer tudo sozinho e estava conseguindo. O seu arremesso é provavelmente o melhor de toda essa lista, pode chutar de meia distância e de 3, infiltra e até enterra com certa facilidade.

Olhem no vídeo como o drible dele é mortal e como ele faz cada hora uma coisa depois do drible, finaliza com arremesso, bandeja, passe, enterrada...




5- Tony Parker
Se eu fosse pivô esse seria o jogador que eu mais odiaria na NBA inteira. Alguma coisa irrita mais do que tomar cesta de alguém mais baixinho do que você e que nem tem impulsão?

Mas tudo bem, estou pensando aqui com a cabeça de armador. O que não ajuda muito. O Tony Parker é muito, muito rápido e tem a jogada mais imarcável da NBA, o seu tear drop, aquela bandeja onde ele só solta a bola para o alto e, de alguma maneira, sempre acerta. Como marcar essa jogada? Como parar esse francês safado?

E o cara ainda está arremessando cada vez melhor. Infernal.




4- Monta Ellis
Faz uns meses que não vemos ele jogar, então você pode até ter esquecido do pesadelo que é o Monta Ellis. Outro que entra na categoria dos jogadores que dariam um cansaço para o Usain Bolt, com a diferença que ao invés de correr em linha reta ele corre cortando a quadra e nunca perdendo o controle da bola.

O mané é rápido desde sempre, quando mais novo era chamado de "Bala", mas como a América é muito mais chique que a gente, reles mortais do 3º mundo, ao invés de virar um "Carlinhos Bala", virou o "Mississipi Bullet". Isso sim que é apelido!

Ele não tem nem idéia de como se arremessa de 3, mas desenvolveu um arremesso de meia distância que é mortal. Na temporada passada acabou com aproveitamento de 53% nos arremessos de quadra, um número insano para um armador. Por ser o homem que nunca erra, eu não queria estar na pele de quem tenta, e não marca, o Monta Ellis.




3- Chris Paul e Steve Nash
Marcar o passe ou o arremesso? O passe ou a infiltração? Ele tá afim de fazer 20 pontos ou dar 20 assistências? Nada pior do que não saber o que esperar de quem você está marcando. Caras como Nash e Paul tem a capacidade de fazer quantos pontos tiverem vontade, Paul com infiltrações, Nash com arremessos, ao mesmo tempo que têm a melhor visão de jogo da Liga atualmente.

Eu não sou muito bom com dúvidas, sempre fico no meio termo e não faço nada. Não sou um bom tomador de decisões, não coloco isso no meu currículo mas confesso aqui. Em um contra-ataque não marcaria nenhuma das duas opções e seria destruído por qualquer um dos dois armadores.




2- Devin Harris
Tudo o que eu não queria ver na minha frente é um cara que não tem medo de nada. O Devin Harris pode encontrar pela frente o Shaq, o Duncan ou só o Robert Swift, não importa, ele simplesmente liga seus pés na velocidade máxima e vai pra bandeja/enterrada. Se dá resultado?

47 pontos contra o Suns, 34 contra o Jazz, 30 contra o Raptors, 33 contra o Hawks e 38 contra o Detroit. Tirando o Iverson, que eu nunca considerei e nunca vou considerar armador de verdade, você lembra de algum armador com 25 pontos por jogo como ele? Sério, a agressividade com que ele bate para a cesta é demais para um cara branquelo como eu, ele me assusta mais que o Chris Paul.

Por ele ser incansável e praticamente impossível de ser marcado na infiltração, eu não gostaria mesmo de encontrar em uma quadra de basquete!

Embora essa não seja a opinião de um jogador de Streetball inglês que conheceu o armador do Nets no mês passado:



Mas tudo bem, vamos dar um desconto para o Devin Harris, o cara com menos medo de cometer faltas de ataque na NBA. Quando ele vai pra dentro, vai pra valer!




1- Baron Davis
Bom, ele é agressivo como o Devin Harris.
Tem a visão de jogo do Steve Nash.
Dribla como o Deron Williams.
É forte como o Billups.
Ou talvez seja um pouco pior em todos os aspectos, mas tem todos os aspectos.

E quem joga no Dallas deve ter ele na posição zero. Olhem esse Top 10 e vejam se vocês queriam ver a sombra dele numa quadra. Eu só ia querer se estivesse no time dele. Deus me livre.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

O primeiro vídeo do Bola Presa

Lembra quando chamamos vocês leitores para um projeto ambicioso do Bola Presa?

Foi nesse post aqui.


O projeto nem é tão ambicioso assim, mas gostamos de fingir que o Bola Presa é mais importante do que é, assim fica mais fácil impressionar as garotas. O projeto consistia de filmar os primeiros vídeos do Bola Presa, que até servem para nos promover, mas que servem ainda mais para serem engraçados e divertidos, que é o que nós gostamos de fazer por aqui.

A idéia é pegar pessoas comuns, botar uma camiseta de um jogador da NBA nela e fazer, na rua, uma situação típica da NBA. Para nossa primeira missão convocamos dois leitores, o Vítor e o Victor. Os dois foram muito legais, prestativos, levaram suas camisetas e, apesar de um ser torcedor do Spurs e o outro trabalhar como transportador de cocô, foram de grande ajuda.

Nesse primeiro vídeo só aparece o Vítor. E que ele sirva de inspiração e vocês possam nos mandar seus próprios vídeos, filmados em qualquer lugar, com uma situação da NBA na vida cotidiana. Quanto mais idiota e ridículo, melhor.





Os vídeos podem ser enviados via e-mail: bolapresa@gmail.com