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sábado, 3 de janeiro de 2009

A maldição dos ladrões de franquia

Eu sei que a foto é velha, mas meu senso de estética me
impede de mostrar a porcaria do novo uniforme



Que eles são ruins, todo mundo sabe. O Denis até desabafou um tempo atrás sobre seu desespero com o tamanho fedor do time. Mas, justiça seja feita, a equipe de Oklahoma City tem melhorado a cada jogo e já é um time completamente diferente desde a mudança de técnico. O problema, no entanto, continua: o time outrora-conhecido-como-Sonics caminha para uma das piores campanhas da história da NBA. Agora começo a suspeitar que o problema não é talento, tática ou esforço. É maldição. Estamos lidando com forças cósmicas transcendentais que estão punindo a equipe por ter saído de Seattle. E não me venha dizer que você não acredita em maldições cósmicas em pleno auge de "O Segredo", que conta até com versão da Ana Maria Braga (estou aguardando a versão audio-livro com a Bruna Surfistinha). Essa é uma época em que todo mundo explica superstição barata através de física quântica (mesmo sem fazer a menor idéia do que significa "física", e muito menos o que significa "quântica"), então é melhor você levar a sério esses papos místicos, senão você não será "in" e ninguém vai querer te adicionar no Orkut.

Quando o PJ Carlesimo foi demitido, seu time havia ganhado apenas um jogo e perdido outros 12. Quando o então assistente técnico Scott Brooks assumiu, tentou imediatamente implementar algumas mudanças que foram dando resultado. O novato Russel Westbrook virou o armador titular, Kevin Durant deixou de ser armador e passou a ser ala, Jeff Green virou ala de força, e com isso o time ficou obviamente mais veloz - e mais baixo. O pivô Robert Swift foi deixado de molho até estar com a saúde nos trinques e agora é titular, única presença realmente física na equipe. Outros jogadores de garrafão como Chris Wilcox e Nick Collison foram perdendo espaço, vindo do banco de reservas e jogando cada vez menos minutos. A idéia, aparentemente, é focar em quem vai ser o futuro da franquia e deixar os outros de lado. Desde o primeiro segundo no comando, Scott Brooks instituiu treinamentos longos, puxados e, acima de tudo, didáticos. A abordagem dele é bem escolar, preocupada em ensinar a pirralhada a adquirir fundamentos. Daqui a pouco o resto do elenco vai dar o fora de lá e só a criançada vai sobrar, então nada mais justo do que se concentrar neles mesmo. Seja como for, um núcleo com Westbrook, Durant e Jeff Green não é de se jogar fora, especialmente quando eles tiverem idade para dirigir e ganharem algum pelo na cara. O Robert Swift também tem potencial, mas como ele é um adolescente revoltado e um pouco "emo", talvez não sobreviva à puberdade.

Se a defesa da equipe não melhorou muito, o ataque pelo menos começou a entrar nos eixos. A melhora tem sido expressiva e, na base da correria, tem dado trabalho pra muitos times. O elenco mais baixo causa uma série de problemas para a marcação adversária, com alguém sendo obrigado a sair do garrafão para marcar Jeff Green, por exemplo. Mas ainda assim, o time de Scott Brooks só ganhou 3 partidas desde que ele assumiu, perdendo outras 18. O resultado é o fundo do poço, 4 vitórias e 30 derrotas ao todo.

É aqui que entra a maldição. Rá, vocês pensavam que poderiam deixar a cidade de Seatle sem um time? O sofrimento de todos aqueles torcedores que perderam sua grande paixão se materializou e começou a interferir com os jogos, quase como o Boneco de Marshmallow dos Caça-Fantasmas. A quantidade de vezes em que o Thunder quase saiu com a vitória mas falhou no final é assustadora. E isso sem falar das derrotas que vieram em cestas convertidas no último segundo. Então, vamos recapitular!

Logo no começo do trabalho de Scott Brooks com a equipe, eles perderam para o Suns por um pontinho graças a uma cesta de 3 pontos do Matt Barnes a 20 segundos do final. Foi a única liderança do Suns no segundo tempo, mas como Durant e Westbrook erraram dois arremessos que poderiam ter ganhado o jogo, se lascaram. Depois, teve a derrota por dois pontos para o Wolves graças a uma cesta no último segundo de Mike Miller, em resposta a uma enterrada de Durant que teria garantido a vitória. Então, perderam por 5 pontos para o Bobcats em noite inspirada de Okafor, por 6 pontos para o Heat num jogo que estava empatado nos minutos finais, por 9 para o Magic num jogo em que o Thunder tinha tudo pra ganhar até o quarto período, e por 6 para o Grizzlies numa virada histórica no último quarto, já que o time de Memphis chegou a perder por 21 pontos. O Thunder ainda perdeu para o Mavs por apenas 4 pontos, graças a 46 pontos do Nowitzki em noite espetacular - e pouco antes havia perdido para o Hawks graças a um triplo-duplo de Joe Johnson. No dia seguinte, perderam para o Spurs por 5 pontos, apesar de estarem vencendo o jogo com 30 segundos restando para o final da partida - o Thunder chegou a virar o jogo depois de estar perdendo por 26.

Pensa que acabou? Contra o Pistons, a derrota veio nas mãos de um arremesso incrível de Allen Iverson no último segundo:



Por fim, na sexta-feira teve reprise. Cesta de 3 pontos sensacional de Durant que daria a vitória à sua equipe apagada por uma cesta no segundo final de Carmelo Anthony. Vale a pena ver o vídeo pela reação da torcida de Oklahoma, totalmente desesperada:



A torcida está pagando o preço de ter arrancado o time que pertencia a outros torcedores. Eles roubaram uma uva que, magicamente, estragou bem na boca deles. O ex-Sonics pode fazer tudo certo, bater de frente com os grandes, deixar bons times no sufoco, mas tudo vai sempre dar errado no final, não tem jeito. É tipo o Clippers, mas com um uniforme mais ridículo.

Ainda assim, é curioso ver como os discursos de Nowitzki e de Tony Parker, depois de terem vencido o Thunder por pouco, eram extremamante parecidos: os dois disseram que o jogo foi feio mas que a vitória saiu. Parece que a pirralhada está jogando com vontade, criando problemas para as defesas adversárias e enfeiando o jogo. Isso é sempre um bom sinal, porque enfeiar o jogo - principalmente contra as melhores equipes - é marca dos campeões. O Cavs foi campeão do Leste apenas enfeiando todas as partidas, jogando mal pra burro mas fazendo os outros times jogarem ainda pior. Se o Cavs é uma gordinha, então eles faziam questão de tornar o outro time uma gordinha banguela. O Thunder não faz isso do mesmo modo que o Cavs, que dependia da defesa para tornar qualquer partida um espetáculo de estrume. Ao contrário, eles fazem isso através do ataque, do ritmo de jogo, forçando as outras equipes a entrarem na brincadeira, aumentarem a velocidade e cometerem trocentos erros - exatamente como o próprio Thunder, que corre, corre e depois faz merda.

Confesso que ando adquirindo um prazer mórbido em ver o time outrora-conhecido-como-Sonics jogar. É corrido, é intenso, é feio, é cheio de enterradas, de trapalhadas, de erros. É quase como o programa da Luciana Gimenes, uma besteira simples, veloz e sem sentido. E ainda dá pra contar sempre com alguma maluquisse acontecendo no final - na Luciana Gimenes, seria o Inri Cristo batendo no Toninho do Diabo; no jogo do Thunder, seria o outro time dando um jeito de vencer. Pela simples relação matemática entre minutos jogados e arremessos de último segundo convertidos, os jogos do Thunder já são uma atração à parte. Pode não ser pelos motivos mais nobres do mundo, mas a verdade é que eu recomendo. Tem o selo Bola Presa de qualidade, seja lá o que isso quiser dizer.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Novas caras

Ninguém usa o dedo mindinho mesmo...


A data limite para trocas nessa temporada está para se concretizar em poucas horas e vários times já mudaram de cara até agora. Continuo aguardando a troca LeBron para o Houston em troca de Steve Francis e 32 escolhas de draft. Enquanto isso não acontece, como se saíram os times que apresentaram suas caras novas?

Ontem, Shaq estreou pelo Suns enfrentando seu antigo coleguinha e rival, Kobe Bryant (parece coisa saída diretamente da novela mexicana Rebeldes, ou ainda da falecida Amigas e Rivais). Para os que aposentaram o Shaq antes da hora, Diesel mostrou que ainda tem fôlego e que não atrapalhou o jogo correria do Suns como se imaginava. O único detalhe, coisinha pouca, é que Shaq não saiu de quadra com a vitória, o que sempre pode atrapalhar as tentativas de deixar uma boa impressão (Nowitzki que o diga). Kobe Bryant jogou pra burro e aquele tal mindinho machucado que podia vir até a precisar de cirurgia parece a maior balela dos últimos tempos. Quem faz 41 pontos com um dedo machucado? Kobe acertou arremessos de todos os lugares e engoliu vivo o time do Suns, não havia muito a se fazer. Shaq demorou um pouco para pegar o jeito mas se saiu assustadoramente bem, correndo bastante, se tacando no chão atrás de bolas perdidas e, curiosamente, começou a se sair realmente bem no jogo só no quarto período, justamente quando seu fôlego deveria estar acabando. "Estou em melhor forma física do que eu imaginava", soltou o pivô. Isso me lembra uma afirmação recente no departamento médico do Suns, dizendo que as lesões do Shaq não eram problemas estruturais das pernas e joelhos, e sim tecido "não exercitado". Ou seja, chamaram na cara dura, ao mesmo tempo, os médicos do Heat de burros, o departamento físico do Heat de incompetente, e o Shaq de gordo preguiçoso! Mas quem se importa, os homens que salvaram o Grant Hill de uma vida de contusões agora fizeram Shaq correr para cima e para baixo na quadra em um quarto período.

O mais importante sobre o Suns é que eles continuam capazes de marcar 124 pontos por jogo, mesmo sem Shawn Marion e com a presença de Shaq em quadra. O problema é ter tomado 130 pontos do Lakers, claro, mas a presença de O'Neil no garrafão deve ajudar na defesa quando todos estiverem entrosados. Além disso, Shaq exige atenção redobrada de seus marcadores, o que libera Amaré para agir. Seus 37 pontos mostram o que ele pode fazer quando não é marcado pelos pivôs adversários.

O início do Shaq em Phoenix foi tão divertido que por uns segundos ele até pareceu aquele dos velhos tempos. Que tal essa bela cravada na cabeça?



O Suns só não saiu vencedor porque o Lakers também resolveu mudar de cara e Pau Gasol parece que joga com Kobe desde os tempos do Rá-tim-bum na TV Cultura. Ele parece dominar o conceito dos triângulos e o maior favorecido é, estranhamente, Lamar Odom. Como terceira opção ofensiva ele parece florescer e agora não creio que ninguém em Los Angeles pense em trocá-lo. Pelo menos não nessa temporada, até porque não dá mais tempo.

Outro time com jogador novo é o Hawks, que já jogou duas partidas com Mike Bibby como armador principal. Contra o Lakers, Bibby jogou pouco graças a vários problemas com faltas, mas sua atuação no primeiro quarto me deixou empolgado. Ele dá passes simples e eficientes e parece que instaura no time uma calma, uma vontade de dar um passe a mais. É uma coisa quase sobrenatural que muita gente vai dizer que andei bebendo, claro. Enfrentando seu ex-time na noite de ontem, Bibby esteve mais preocupado em arremessar e foi mortal, acertando 6 dos 10 arremessos que tentou, incluindo 4 bolas de três pontos. Acho que era bem o que o Hawks esperava, alguém que acertasse seus arremessos de fora e soubesse tranquilizar o time no ataque. Do outro lado, o Kings não pareceu sentir muito a falta do Bibby, afinal eles passaram tanto tempo com o Bibby contundido que não deviam nem mais lembrar da cara do sujeito, e seu armário devia ser usado para guardar as meias sujas do resto da equipe. O esloveno Beno Udrih, que o Spurs trocou por uma bolacha de água e sal, tomou as rédeas do Kings com 18 pontos e 10 assistências. E o Artest, que por alguma razão não acha o Bibby um sujeito muito camarada, está tão feliz que até deve ter esquecido do fracasso de seu CD de rap. Artest tem, nos últimos 5 jogos, médias de 25 pontos, 7 rebotes, 4 assistências e 3 roubos, além de estar aproveitando mais de 50% de seus arremessos de dois e de três pontos. Será mesmo que o Kings pretende trocar alguém que está jogando nesse nível e que, sem o Bibby, parece estar feliz em Sacramento? Aliás, quais as chances de deixar o Artest feliz?! Melhor aproveitar enquanto dura.

Ontem também foi a estréia do Kidd no Mavs. Dirk estava todo contente e disse que, ao jogar com Nash, aprendeu a importância das assistências precisas que trazem a bola no momento certo, e que isso enfim voltaria com Kidd na equipe. O começo foi promissor, com a ponte-aérea de Kidd para Josh Howard logo no primeiro lance do jogo. Mas o Kidd se atrapalhou um bocado na defesa. Não que Devin Harris seja um grande defensor, mas ser jovem e rápido certamente ajudaria a não ser massacrado sem piedade por Chris Paul: foram 31 pontos, 11 assistências e 9 roubos de bola. Kidd teve mais desperdícios de bola (6) do que assistências (5) e colocar Eddie Jones como titular ao lado de Jason Kidd começa a parecer uma boa idéia para ao menos dar uma apertada na defesa. Mas que tal alguém com menos de 82 anos no Mavs capaz de defender um armador adversário? Acho que Kidd, Eddie Jones e Devean George não se encaixam nessa descrição...

O Nets sem Jason Kidd botou o barco nas mãos do Marcus Williams, que teve 25 pontos, 4 rebotes e 4 assistências. O garoto sempre chutou uns traseiros e muita gente dizia que ele seria titular ainda como novato em qualquer time que não contasse com Kidd ou Nash no quinteto titular. É hora do fedelho passar Hipoglós e provar que só jogou 2 minutos nos últimos anos porque Jason Kidd é um alienígena. Eu aqui, pessoalmente, torço para que Marcus Williams e Devin Harris joguem juntos, sem um ser o reserva do outro. Devin Harris talvez seja o jogador mais veloz de toda a NBA, bate para dentro como um débil mental, mas ao ouvir a frase "passe a bola" seu cérebro compreende "esconda a bola dentro da camiseta e corra para a cesta". Com os dois armadores juntos, acredito que o Nets ficaria mais balanceado. O problema é que colocar Carter e Jefferson junto com eles em quadra tornaria o time muito baixo. Talvez seja uma idéia para o futuro, quando o Carter estiver vendendo churros na rua, aposentado (diz a lenda que mais da metade dos jogadores da NBA que se aposentam vão à falência).

Com tantas caras novas que mudaram consideravelmente times importantes, o Warriors certamente vai ganhar o prêmio de aquisição mais inútil da temporada. Que diabos de diferença Chris Webber está fazendo para o time de Golden State? Quando ele está em quadra, o time piora significativamente. Quando ele vai para o banco, o time subitamente melhora. Pra mim, isso é um clássico caso clínico conhecido como Complexo de Marbury e Webber deveria ser afundado no banco antes que o pior aconteça. Sorte do Warriors que todo o resto parece funcionar perfeitamente. Baron Davis meteu a cesta da vitória contra o Celtics e Monta Ellis continua a ser um monstro. Ele tem médias de 26 pontos por jogo nesse mês de fevereiro e o mais absurdo: sem acertar uma única bola de 3 pontos. Existe algum armador na Liga capaz de fazer tantos pontos sem nunca sequer arremessar de fora do arco?

Outras trocas aconteceram agora há pouco. O Spurs mandou Brent Barry e Francisco Elson, além de uma escolha de draft, em troca do Kurt Thomas do Sonics. Desde que o Damon Stoudemire chegou, Brent Barry havia se tornado dispensável. Kurt vem para fazer parte do sensacional Clube de Pivôs Veteranos Role-Players do Spurs, um clube cheio de jogadores mais-ou-menos que se saem muito bem e acabam sendo campeões. Kurt Thomas defende, faz o trabalho sujo, pega rebotes e acerta cirurgicamente os arremessos de meia distância depois de fazer o corta-luz. Para o Sonics também é uma boa porque o time é novo e o Thomas é velho, o que não dá muito certo. Se você já teve que dançar com uma velha num baile de terceira idade, sabe do que eu estou falando. Além disso, nessa semana a diretoria do Sonics anunciou que Robert Swift iria ganhar progressivamente mais e mais minutos, rumo à vaga de titular. Loucura ou não, Kurt Thomas estava no caminho do pirralho mais estiloso da NBA.

Para finalizar, meu Houston acabou de se livrar do Mike James! Está ouvindo esses fogos de artifício? Está ouvindo esses gritos de felicidade? Está ouvindo essa rolha voando? Sou eu. Mike James e Bonzi Wells vão para o Hornets em troca de Bobby Jackson, um reserva mais do que decente para a armação do meu Rockets. Mas, como fã, dessa troca eu comento mais depois.

A festa de trocas é sempre divertida e o LeBron não está contente de estar de fora dessa. Depois de alegadamente ter cravado na cara do Dirk como punição por terem levado o Kidd para Dallas, LeBron fez triple-doubles em 100% dos jogos pós-All-Star. Foram dois triples seguidos até agora. Se eu fosse o Cavs, não trocava ninguém não. É melhor um LeBron puto da vida que faça triple-doubles todos os dias do que um reforço meia-boca, tipo o Larry Hughes.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Tony Parker Live 08

Olha a cara do Popovich virtual atrás, nem no mundo dos Games ele gosta de firula


Você é melhor que Tony Parker? Provavelmente não, pelo menos em se falando de basquete. Mas se tinha um lugar em que você teria uma chance era numa festa que a Eletronic Arts fez em New Orleans.

Era um torneio de NBA Live 08. Eu, pessoalmente, acho o jogo muito ruim, é chato, mal feito e o jogo não parece basquete de verdade, parece só um monte de contra-ataque e enterradas estranhas. Mas isso não vem ao caso, sei que muita gente adora e é viciada. No campeonato estavam participando Kevin Durant, LaMarcus Aldridge, Tony Parker, Gerald Green, Brandon Roy, Rudy Gay, Deron Williams e Caron Butler.

O campeão foi Tony Parker. Eu, claro, não vi os jogos virtuais, mas sei que foi uma vitória injusta do cara que mais faz bandejas impossíveis na NBA. E aqui estão meus motivos:

1- Ele não está em nenhum evento do All-Star Weekend, não deveria nem estar lá!
2- Ele jogou usando o Spurs, isso é apelação!
3- Ele é do Spurs e eles já ganham o suficiente na vida real
4 (e o único real motivo) - Ele estava com a Eva Longoria do lado dele. É claro que todo mundo ficava babando naquela mulher ao invés de levar o jogo a sério! Ele apelou de novo!

E com a Eva Longoria do lado, como ele acha motivação pra treinar no video game? Ele disse que joga às vezes com os irmãos dele, mas por que ele vai ver os irmãos se tem a Eva Longoria na cama dele? Não entendo.

Mas para a Eva Longoria ficar na dela e não achar que é tão importante assim, Parker a enfrentou em um jogo antes do campeonato. Ele com o Spurs e ela com o Jazz. Ele deu uma surra nela e mostrou que os machos mandam na relação.

Agora, por que será que ela escolheu o Jazz? Teria algo a ver com essa foto aqui tirada nos playoffs do ano passado entre Jazz e Spurs? Olha o chifre, Tony...



















Temos que concordar que outro motivo que levou à vitória de Parker foi a incompetência dos seus concorrentes. No jogo contra Kevin Durant, o novato escolheu seu Sonics e começou o jogo com Robert Swift como pivô! Robert Swift! Você tava falando sério, Durant?

Se você só entrou hoje no Bola Presa agora, desça mais a barra lateral e leia outros posts, estamos com muitos textos sobre o All-Star Weekend!