segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Novos ares

Vergonha eterna dessas fotos de estúdio


Um dos lados ruins do blog estar crescendo (o único, talvez) é que tem mais gente cobrando posts. Vocês não tem noção de como isso é chato! Não que as pessoas não tenham razão em muitos dos assuntos propostos, mostra que tem muita gente atenta ao que está acontecendo na NBA, o que é bom, mas não dá pra só um blog falar de tudo. Também é chato essa idéia de que posts são homenagens, coisas do tipo "O time X está jogando bem, merece um post". Tá, ele está jogando bem, mas tem uma história legal por trás disso? Tem algo que merece ser estudado, questionado ou explicado? Se não tem, acho que não vale a babação de ovo virtual.

Outro tema muito pedido é sobre jogadores que estão tendo atuações abaixo ou acima do esperado. A cada boxscore bizarro surge a vontade de saber se aquilo foi uma aberração, se o cara vai ser All-Star ou se é só o outro time que vacilou grandão. Eu acho que um post inteiro para falar de um jogo ou de uma sequência de jogos de que não estamos acostumados é demais, mas eu gosto de comentar sobre como os jogadores mudaram e tentar descobrir da onde veio essa mudança. Nada muda assim simplesmente por mudar e tentar descobrir a razão é bem interessante. Afinal, pode ser treino (como foi com o Richard Jefferson), mudança de ambiente, técnico, esquema tático, pintura do cabelo, esposa, sei lá! 

Durante essa semana e a próxima vou aos poucos falando de vários casos de jogadores diferentes, hoje vamos começar com os jogadores que mudaram de time, explicando como a mudança de ambiente fez o cara subir de nível. 

......
Todo mundo, em qualquer área que trabalhe, sabe como um ambiente ruim pode estragar o desempenho. Se você é motivo de fofoca em volta do bebedouro da firma é normal que trabalhe sem o mesmo empenho ou que simplesmente faça o que tem que fazer com cara de bunda enquanto procura um trabalho novo. Na NBA não é diferente, um jogador pode não se adaptar à cidade, aos companheiros de time, técnico ou esquema tático e não ficar à vontade por lá. 

O Antawn Jamison, por exemplo, é um caso extremo de fracasso. Nunca entendeu o sistema defensivo do Cavs no ano passado, dizem que era meio excluído dentro de um grupo bem fechado e nesse ano fica de lado porque é um veterano caro em um time que tenta se reconstruir. Por fim até passou a arremessar cada vez pior. Poucas vezes vi um cara perder tanto valor em tão pouco tempo, é o jogador errado no lugar errado e com possibilidades remotíssimas de troca. Jogadores não esquecem como jogar basquete, mas podem cair muito de produção quando estão num time que não os valorize.

O oposto também acontece. Quem melhorou por estar no lugar certo na hora certa é o ex-Cavs Shaquille O'Neal. Duas coisas mostram bem essa evolução e a sua razão: Na semana passada ele teve seu primeiro jogo com 25 pontos e 10 rebotes em mais de dois anos, finalmente, e antes disso foi divulgado que ele disse para o Kevin Garnett algo como "Vocês levam esse negócio de jogar em equipe bem sério aqui, né?".

Dizem que o Shaq está encantado com a maneira que as coisas são levadas no time do Boston e tem se dado bem com todo mundo. Naturalmente se dedica mais e quando o Shaq está motivado ele é um dos melhores, sempre. Mesmo que hoje em dia só tenha físico para aguentar ser o melhor por uns 20 minutos por partida, mas não importa, é o que o Celtics precisa. Ele também disse antes do último jogo contra o Hawks que cogitou seriamente ir para o Hawks por gostar da cidade de Atlanta, mas que decidiu pelos verdes pela chance maior de título. O Larry Drew, técnico do Hawks, disse que concordava com o Shaq e que até achava que, embora não fosse nada mal tê-lo por lá, ele não ia se dar bem com um time tão jovem e com uma mentalidade tão diferente da dele. Embora muita gente tenha feito piadinha com o fato do Hornets ter trocado pelo Jarrett Jack, amigo do Chris Paul, para agradá-lo, é essencial que um jogador tenha amizades dentro do clube. Eles passam muito tempo junto, qualquer briguinha pode arruinar uma temporada.

Outro que foi para o lugar certo na hora certa foi o Dorrell Wright. Eu não sei explicar bem porque o Heat não era o lugar certo pra ele, mas a coisa não tava rolando. Afinal, o técnico Erik Spoelstra queria montar um time com uma defesa fortíssima e cada um que não se adaptasse ficava mofando no banco batendo palma e entregando toalhas. O Heat também queria alguém que tivesse um bom arremesso para se aproveitar do espaço criado pelas infiltrações do Dwyane Wade. O Wright não é o Ray Allen ou o Ron Artest, mas faz um pouco das duas coisas, não sei porque jogava tão pouco, eles também não tinham outras opções muito melhores. Alguns acham que é porque ele causou uma má impressão nos seus primeiros anos na NBA, passou muito tempo machucado, não se posicionava bem na quadra e foi naturalmente sendo última opção. Às vezes jogava bem, mas não conseguia embalar uma sequência de jogos bons e voltava a ser resto.

O Golden State Warriors foi atrás dele porque era barato, ninguém mais queria e eles estavam com falta de jogadores para a ala: a disputa de posição estava entre Ekpe Udoh, novato que está machucado, a eterna promessa Brendan Wright, e o Reggie Williams, que pra mim tem nome de jogador de futebol americano e foi uma daquelas descobertas bisonhas do Don Nelson no ano passado. Com adversários tão discretos, deram para o Dorrell a chance de jogar mais tempo e ele começou a corresponder. Só precisavam que ele acertasse bolas de três e de vez em quando corresse junto nos contra-ataques, nada mais. 

Mas ele tem feito mais do que isso. Com seus roubos de bola e dedicação defensiva tem sido um dos fatores para o Warriors sair da última posição da liga em defesa (embora ainda sejam um dos piores). Mas ele tem contribuído mesmo é com as bolas de longa distância. No jogo contra o Wolves no fim de semana ele acertou 9 bolas de longa distância, recorde da história do Warriors. E lembrem que nos últimos 5 anos do time e no timaço que eles tinham nos anos 90, com Chris Mullin e Tim Hardaway, muitos bons chutadores passaram por lá, é um feito gigantesco um cara com só um mês de time bater esse recorde. 

Esse desempenho bem acima do que até o Warriors poderia imaginar (nem a mãe dele deveria sonhar com o cara jogando tanto!) é razão também dele estar em um esquema tático que o favorece. Apesar das mudanças que o técnico Keith Smart tenta impôr em relação à doideira dadaísta de Don Nelson, o time ainda é baseado em contra-ataque, infiltrações e jogadas individuais. Wright sabe criar seu próprio arremesso, acerta seus arremessos quando a marcação corre para tentar defender Monta Ellis e Stephen Curry e ele ainda tem se entrosado muito bem com o David Lee.

Lee veio do Knicks com a função de melhorar o rebote da equipe mas tem sido bem útil no ataque. Faz o pick-and-roll com perfeição com todos os jogadores e quando tem a bola  no garrafão sabe distribuir, a inteligência dele em quadra merecia mais atenção de todos. Nos jogos em que o David Lee joga, o Wright tem médias de 17,8 pontos, 47% de aproveitamento, 3.9 arremessos de três feitos e 56% de aproveitamento nas bolas de longe. Nos jogos em que o Lee ficou de fora, machucado, as médias de Wright despecaram para 12,9 pontos, 34% de aproveitamento nos arremessos e 0,8 bolas de três por jogo com 18% de acerto. 

Os talentos do Dorrell Wright até poderiam ser aproveitados no Heat, mas nunca o foram e depois de até correr o risco de ficar sem time, achou o ambiente perfeito para exercer o seu jogo. É um dos motivos para a gente pensar duas vezes antes de sair tendo certeza absoluta que um jogador é ruim mesmo tendo visto ele jogar só em uma situação.


Quem a gente já viu em várias ocasiões e nunca foi o bastante para convencer era o Darko Milicic. Ele passou por Pistons, Magic, Grizzlies e Knicks antes de ir para o Wolves. Em todos os times virou motivo de piada e sempre insistem em lembrar que ele foi escolhido no Draft antes de Chris Bosh, Dwyane Wade e Carmelo Anthony. Ok, ele foi, não foi melhor que nenhum deles, mas e daí? Pensando além do Draft, ele foi realmente ruim? No Pistons não dá pra saber porque nem entrava, era o "Human Victory Cigar", no Magic jogou bem (8 pontos, 4 rebotes e 2 tocos em 20 minutos por partida) e manteve o mesmo nível de jogo no Grizzlies. Nada espetacular, clara afobação e nervosismo em situações de pressão, mas ainda assim, um cara com talento de sobra para jogar na NBA. Pivôs como o Marcin Gortat estão no mesmo nível ou mostraram até menos coisas do que ele e são adorados simplesmente porque não esperavam nada deles. Mesmo passados 7 anos desde o Draft de 2003, Darko ainda sofre com a maldição da expectativa. 

Mas aí veio o Wolves, o time dos renegados, para tentar resolver tudo isso. Lá ele recebeu a garantia de que seria titular e que iria jogar bastante, tirando o nervosismo e o medo de que iria para o banco depois de uma bobagem em quadra. Pelo Wolves ser uma porcaria, também ficou longe da imprensa e da pressão de torcidas mais fanáticas. Aos poucos ele foi se sentindo mais à vontade em quadra e esse ano tem sido sua redenção. Ele chegou lá no meio da temporada passada, não nesse ano como os outros casos desse post, mas mesmo assim considero que a melhora foi causada pela mudança de ambiente em fevereiro desse ano.

Foi nessa temporada que ele ganhou a responsabilidade de ser o pilar defensivo do Wolves e hoje lidera a NBA em tocos, com 2,9 por partida. Seus rebotes poderiam ser melhores, mais que os 6 que pega, mas pra quem joga ao lado do ímã Kevin Love até que não está mal. No ataque a média de 9,1 pontos por jogo pode indicar que ele não é bom o bastante, mas isso tem mudado também. 

Nos primeiros 10 jogos da temporada ele tentou se impor, chamar jogadas, forçar o jogo e não deu nada certo, estava tentando ser mais do que deveria. Não sei se por conta própria ou se por ordem do técnico Kurt Rambis, ele passou a arremessar só quando a chance parecia realmente boa e com isso seus números e aproveitamento cresceram. A confiança subiu ao ponto dele conseguir, pela primeira vez na carreira, três jogos seguidos com mais de 20 pontos: 23 pontos, 16 rebotes e 6 tocos contra o Lakers, 21 pontos, 4 rebotes e 3 tocos contra o Thunder e 22 pontos, 8 rebotes, 4 assistências e 5 tocos contra o melhor time da temporada, o Spurs. 

Nos perguntaram se a gente ficou surpreso com esses números ou se era mais um sinal do fim do mundo, e a resposta é não para as duas coisas. Eu ficaria surpreso se ele fizesse isso durante todos os jogos de uma temporada completa, mas acho comum e normal um jogador bom ter algumas sequências acima da média quando joga durante 6 meses seguidos. Darko é hoje um jogador veterano, com lugar garantido em um time e com algumas qualidades óbvias. Nada mais e certamente nada menos que isso. É bom nos acostumarmos a vê-lo misturar jogos comuns, medianos, com outros muito bons. Ele é um cara normal no fim das contas. Ou quase. 

Está ao lado de Darko no Wolves o maior exemplo de como às vezes basta uma mudança de time para o cara mostrar o que sabe: Michael Beasley. Ele me lembra um pouco o caso do Tracy McGrady, que parecia ser muito bom no Toronto Raptors mas que não conseguia se destacar jogando ao lado do seu primo Vince Carter. A grande diferença entre os dois é o Efeito Darko: T-Mac foi a 9ª escolha do Draft de 1997, Beasley foi a 2ª escolha do Draft de 2008. Ver o T-Mac indo mais ou menos rendia comentários do tipo "Imagina quando ele tiver o seu espaço. Tem futuro o garoto!", ver o Beasley indo mais ou menos ganhava um nervoso "Bust! E ainda tinha gente que achava que ele poderia ser melhor que o Derrick Rose!". 

Depois de anos crescendo sem pressão no Raptors, o T-Mac foi para o Orlando Magic como Free Agent ser o cestinha da NBA por dois anos seguidos, o Beasley foi trocado por uma escolha de segundo round e feijões mágicos para o Minnesota Timberwolves. Com apenas três minutos a mais por jogo ele tem 7 pontos a mais de média, pulou de 14 para 21 por partida. Os arremessos de três melhoraram de 27% para 45%! E hoje você até pode ver ele rindo em quadra:

- sup


Dava pra ver no Heat como ele não se encaixava lá. O Spoelstra morria um pouco a cada falha defensiva do Beasley e o jogador parecia completamente desinteressado na partida e fora de ritmo porque não suportava ver o Dwyane Wade chutar 25 bolas antes dele ter a chance de tentar a sua. No Wolves o ataque passa por ele, as jogadas são desenhadas para que Beasley finalize e desde o começo do jogo ele pega o ritmo da partida, participa e toma a iniciativa. Ainda não sou um dos que vai dizer isso do LeBron James, mas não é todo mundo que consegue render ao lado de gente como o Dwyane Wade que concentra tanto o jogo na mão dele. 

Nada contra o Wade, muito pelo contrário, é o estilo de jogo dele e foi assim que ele foi o melhor jogador dos playoffs de 2006 levando o Heat ao título, mas não é fácil encontrar gente que combine com esse jeito de jogar. E também o Beasley não é coitadinho, ele nunca parecia sequer interessado quando estava no Heat, claramente incomodado por não ser muito acionado. Com um pouco de vontade e treino ele poderia ter rendido bem mais em Miami. A mudança de time e ambiente não é sempre a libertação de um jogador coitado que estava preso nas amarras de um técnico do mal, às vezes o próprio jogador não tem o talento ou vontade de se adaptar. Esperto foi o o General Manager David Kahn de perceber a chance de levar o Beasley para o Wolves, saiu barato e já está dando muito resultado. 

Ainda tem muita gente que está subindo de nível nesse começo de temporada, por outros motivos, e vamos continuar nesse assunto em breve! 

25 comentários:

Arthur Malaspina disse...

Muito bom o post! Legal ver gente falando bem do Milicic pra variar. Ele não tem culpa do Pistons ter se lixado pro Draft de 2003 e draftado ele em 2º lugar! E realmente nunca jogou como uma segunda escolha, mas jamais jogou mal como tentavam pintar. Bacana ver ele encontrar seu espaço... falta o Kwame agora =)

Anônimo disse...

Milic no meu fantasy sempre me garante em blks. Tem uns errinhos no texto por falta de revisão. Tipo na parte do Warriors e no fim.

Danilo disse...

Revisado!

Gabriel disse...

Não entendo porque é chato pedirmos posts aqui. Eu sugiro porque gosto do jeito que escreves e respeito suas opiniões, além do fato de que enxergas muitas coisas que os outros(eu, pelo menos) não vêem.

Anônimo disse...

Velho essa foto no topo do post tá hilária. O Beasley está sorrindo mas parece que deu um jeito nas costas rsrs

Unknown disse...

Como fã dos Wolves foi muito joia ver uma post de alguns jogadores de lá.
Eu esperava mais do time, acreditava que a evolução em relação a temporada passada fosse mais significativa. Mas esta sendo bom, estamos perdendo de menos e fazendo jogos mais duros (parece o comercial da topper sobre o hugbi). Espero que com a volta do Flynn e Webster o time consiga uma consistencia maior.

Meus parabéns, é um otimo assunto a ser trabalhado já que acompanhamos somente os jogos e alguns como eu não tem o conhecimento tão grande sobre a historia dos jogoadores e franquias pra entender o rendimento deles.

Parabéns novamente!

Anônimo disse...

Também não entendo porque do encomodo com o pessoal pedindo posts. Todos sabemos que é impossível atender tudo que o pessoal pede. E ninguem pede esperando ser prontamente atendido. O pessoal pede porque gosta do geito que vcs escrevem e quer dar uma sugestão de assunto, cabendo a vcs decidirem se escrevem ou não... Acharia chato se o pessoal ficasse enchendo o saco, reclamando ou chingando por vcs não os atenderem, mas particularmente nunca vi ninguem faze isso aqui...

Denis disse...

Dei uma sorte danada pegando o Michael Beasley no draft da liga de fantasy que eu participo.

Só não o considero meu maior roubo no draft, porque minha última escolha foi o Sonny Weens, que está jogando muito também.

Denis disse...

Sugerir posts não é chato, é normal e já nos deram várias idéias. Estou reclamando de gente que cobra e, acreditem, tem muitos.

São pessoas que cobram de maneira nada educada. No Twitter, aqui e MUITO no formspring, que a gente nem publica. E é bem chato ser cobrado a cada jogo bom de um certo time.

Mas fiquem tranquilos, não quero que vocês parem de dar palpite ou de pedir posts. Sendo educado eu até agradeço a quem se dá ao trabalho!

Abraços!

Rodrigo disse...

vcs nao acham que se as escolhas fossem invertidas, com o rose no heat e o beasley no bulls, o resultado nao seria inverso?

Beasley teria o Kirk pra armar pra ele, e so teria que dividir espaço com o ben gordon, mas é o ben gordon!
haha

acredito que ele teria tido sucesso lá, assim como vem tendo no wolves.

Já o Rose, acho que aconteceria a mesma coisa, ja que o problema é o jogo centralizador do Wade e ele é um armador cotado pra ser all star, nao o mario chalmers!

concordam que poderia ser justamente o contrário agora?

o D.Rose arrebentando no wolves?

Imagina
D. Rose + Love.. Seria uma ótima dupla devido ao qi dos dois.

R. Moss disse...

Sobre os ressucitados no Wolves...
bom para eles, mas os resultados ainda não apareceram.
Soma-se a isso a um inseguro Jonny Flynn e a cada noite teremos um jogador dobrando sua média mas o time perdendo do mesmo jeito.

Anônimo disse...

quando vcs acham que o ricky rubio vai jogar no wolves, se é que ele vai jogar pelo wolves..

Tharso disse...

bem legal o post!!!
sobre beasley li em algum lugar
q agora nao lembro q deixava o spolestra puto com ele era suas constantes noitadas(teve ate problemas c drogas...) em mineapolis a vida noturna e uma bosta entao o beasley pode ser concentrar mais no jogo......alem das questoes taticas que vcs falaram!!

Benito disse...

Mais um belo post!! Cara, acho d+ esses vídeos que você coloca no meio dos posts.
eu ainda não esqueci do stoud olhando pro griffen ahahahaa! Da pra fazer um texto só sobre a reação dele! 1o envergonhado, fugindo do contato visual, depois, com o contato, um sorriso beem disfarçado de canto de boca seguido com um ar de "puxa!". SENSACIONAL hehhahahahe

Farid Tranjan disse...

Uhull, forçando a barra e dando uma de idiota, o Baby (Agora é Bábby) não conseguiu nada na NBA e veio ser estrela aqui no Brasil. Deve ser só porque se sente melhor no país tropical... :p
Será que veremos no basquete o mesmo que ocorre no futebol? Nenê, Varejão, Leandrinho voltarão um dia, quando já estiverem veteranos e relizados? Alex e Baby não contam, claro...

White_Crow disse...

@Farid
Leandrinho quase jogou no time do Londrina nessa off season (quase, pelo boato, pq para jogar mesmo só com drogas fortes, ahahahhaha), porque tinha um parente dele que jogava no time (primo, sobrinho, nem lembro mais)

Anônimo disse...

http://esporte.uol.com.br/basquete/ultimas-noticias/2010/12/01/casados-desde-2009-leandrinho-e-samara-felippo-anunciam-separacao.jhtm

taí pq o barbosinha anda tao mal.

ou nao, pro parker isso nao foi desculpa.

Anônimo disse...

quando o HEAT trocou o B-Easy pela 2 escolha eu Ri pq a culpa de ele n ter jogado bem no HEAT foi do treinador q prefere o Haslem, com o Bosh tava sendo a mesma coisa ate o Haslem se machuca.

Renzo disse...

Acabei achando isso aqui...
Vejam só! Um post meu de novembro de 2007, provavelmente a primeira vez em que me manifestei por aqui.
Ou seja: acompanho o blog há mais de TRÊS ANOS!!! hahaha
Quando será que vou receber meu cartão de LEITOR PLATINUM????
hehehehe
Eis o tal post...
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22 de novembro de 2007 10:19

Renzo disse...
Gostaria de parabenizá-los pela excelente iniciativa desse blog.
Cheguei a vocês através do Rebote, que os indicou recentemente.

O trabalho é autêntico, tem uma proposta muito bem definida e, como dito por vocês logo no primeiro post, preenche uma importante lacuna para o público do basquete no Brasil: um blog essencialmente opinativo, bem-humorado e coloquial, mas dotado da sensibilidade necessária para não deixar de ser bem escrito e não cair na esculhambação nonsense.
Promove um diálogo aberto, direto e agradável.
As tiradas estão muito engraçadas e as "implicâncias" com certos jogadores certamente são comuns à maioria dos leitores.
Aliás... por que ainda não sacanearam o Scot Pollard???
Esse merece, e muito... rs

Continuem firmes, pois o número de acessos e comentários só tende a aumentar.

Meus parabéns;

Renzo
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Danilo disse...

Três anos, hein, Renzo! Temos alguns leitores que nos acompanham desde aquela época, seria legal se todo mundo se manifestasse como você pra gente um dia escrever um post especial. A gente olha com muito carinho pro nosso começo, e é claro que olhamos com carinho para quem nos acompanha de longa data também...
Pronto, agora vão me zoar porque eu disse que tenho carinho pelo Renzo!

Marão Caetano disse...

Eu acompanho desde a época que o rebote falou de vocês também. Daí um dia peguei e li todos os posts desde o começo (aí que eu fiquei sabendo dos sobrenomes e fui procurar no orkut).

Parabéns aí a vocês, o trabalho é realmente belíssimo.

White_Crow disse...

Vixi.... acompanho isso aqui ha tempos tb (axo que desde as finais de 2007/08) mas nem lembro como cheguei aqui (certeza que nao foi fotos da sandy pelada, hahahahaha) e nem escrevia no começo

Manguxi disse...

'' Dénis, ao ler esse post, lembro-me da expectativa que eu crie da minha seleção Angola antes das olimpíadas.

Para dizer, que nem sempre querer é poder.Sem ter medo de errar, posso afirmar, que os campeonatos de cadeirantes na Austrália e nos States, são muito mais organizados que o dos andantes em Angola e no Brasil.Só para não comparar cadeirante com cadeirante.

Na medida daquilo que nos é possível, temos que enaltecer a entrega destes terceiros mundistas, que não se vergam com facilidade perante o poderio primeiro mundista.

Tal como vocês apoiram Angola, eu estou na torcida para uma boa participação do Brasil.

O Respeito e Reconhecimento dos nossos feitos, também são prémios, que apesar de não serem palpáveis, têm muito valor.''

Meu comment que inspirou a escrita desta texto profundo,que vai muito além do basket ''http://bolapresa.blogspot.com/2008/09/olhando-no-espelho.html''

Sou devoto deste blog desde Agosto de 2008, atravez do Rebote.

PS: Esta-se a falar muito de dinheiro ultimamente nos comment, nada contra isso, mas por favor, nao troquem o bem aja pelo bem haja.

Kelabrassu!

Anônimo disse...

Alguma especulação forte de troca?

Farid Tranjan disse...

Eu acompanho desde 2007, por aí também... eu conheci um cara no time de basquete dos jogos internos da UFF que recomendou esse blog, no mesmo dia virei a noite lendo todos os posts mais antigos... :p

@White_Crow
Cara, agora que você falou eu acho que li algo na época sobre isso... Mas é realmente impossível... se os times da NBA não liberam os jogadores nem pra seleção, imagina se ia ver o Leandrinho arriscar se machucar aqui...